| Imagem meramente ilustrativa - extraída da Internet |
ITAITUBA(PA) 29.05.2023 - Neste triste dia (28/05) um acidente doméstico em uma piscina residencial ceifou a vida por afogamento de forma prematura de uma criança de 3 a 4 anos de idade chamada Elis Marina que ainda chegou a ser socorrida e encaminhada para um Hospital da cidade no entanto em seguida infelizmente evoluiu a óbito. A morte da criança causou desespero nos familiares e comoção entre a comunidade do bairro da Liberdade que envolve-se fraternalmente com familiares e amigos.
O terrivel acidente ocorreu em uma artéria do bairro da Liberdade proximo à área militar do Batalhão de Policia (15º Batalhão Transamazônica).
Não se irá pormenorizar assuntos perifericos do acidente devido seu alto grau de levisidade emocional aos familiares e amigos. Nosso pesar prfundo exprime-se neste momento de dor e solidariedade e piedade Cristã.
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os cuidados para evitar acidentes nas piscinas
Levantamento da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático mostra que no ano de 2019, 52% das mortes na faixa de 1 a 9 anos ocorreram em piscinas
Recentemente, dois acidentes envolvendo piscina tiveram grande repercussão
na mídia e nas redes sociais. O primeiro ocorreu em novembro, quando um garoto
de três anos, socorrido pela atriz Dani Suzuki, faleceu após se afogar em uma
piscina. O segundo, ocorrido no estado do Piauí, na primeira quinzena de
dezembro, envolveu uma adolescente de 13 anos que teve o cabelo sugado pelo
ralo da piscina.
Infelizmente, os acidentes descritos não são casos isolados. Um levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) mostra que, no ano de 2019, 52% das mortes na faixa de 1 a 9 anos ocorreram em piscinas. De acordo com Felipe Alves Costa, especialista em marketing da empresa Henrimar, especializada em piscina, afogamentos e ralos de sucção estão entre os principais problemas envolvendo piscinas, sobretudo no verão.
“Um dos principais causadores de acidentes em piscinas são os ralos de sucção, se superdimensionado para o local, ou instalado de qualquer maneira, pode causar um acidente mortal. Esses acidentes são causados pela força de sucção puxando alguma parte do corpo da criança e, principalmente, os cabelos mais cumpridos. Outro acidente doméstico comum na piscina é o afogamento de crianças, motivado pela ausência de um adulto no momento em que os pequenos estão utilizando a piscina.”, diz.
Outro acidente recorrente é o escorregão, que costuma acontecer em locais nos quais o piso próximo à piscina não é adequado e em deques, inclusive de madeira.
Como
evitar
Para evitar tais acidentes, Felipe aconselha que as pessoas só adquiram piscinas com dispositivos de segurança que seguem a norma ABNT NBR 10339, onde é sugerido que haja dois ralos de fundo interligados para cada equipamento (bomba) e Skimmer. “Isso faz com que a força de sucção seja reduzida a ponto de não ter o risco de uma criança ou cabelo ficarem presos no ralo”, diz ele.
Além disso, indica Felipe, ser importante agendar o processo de filtragem da piscina apenas quando ela não estiver sendo usada. Sobre os escorregões, a especialista em acabamentos, Kelly Lima, da empresa Montana Química, diz que o uso de produtos específicos que promovem maior aderência nos pisos, ajuda a deixar o efeito antiderrapante dessas áreas em dia.
"Produtos antiderrapantes são essenciais para oferecer segurança às pessoas que circulam em deques de madeira na área de piscina, onde existe grande risco de escorregões. Além de aumentar a aderência, alguns produtos contam com proteção solar, repelem a água e protegem contra fungos", explica Kelly.
Outras
dicas
Os profissionais ainda dão
outras dicas para evitar acidentes com piscinas, especialmente no verão, quando
a combinação de férias e dias de calor faz com que mais pessoas busquem uma
maneira para se refrescar.
1. Ensine as crianças que usarão a piscina a localizarem o ralo de fundo (sucção) e os perigos dele, para que não fiquem tão perto;
2. Ao acompanhar uma criança na piscina, fique sempre por perto, observando tudo;
3. Instale cercados de proteção em volta da piscina, para evitar que crianças e animais domésticos acessem a piscina sem supervisão;
4. Mesmo acompanhadas, crianças devem usar boias tipo colete, que ajudam a boiar;
5. Independente da idade, procure frequentar a piscina acompanhado, pois, mesmo sabendo nadar, a pessoa pode sofrer um mal súbito.
Mesmo com todos os cuidados, em caso de acidentes, busque ajuda quanto antes para os serviços de emergência.

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