JACAREACANGA (PA), 18.10.2022 - A matéria publicada neste dia (17) intitulada Página inicialIndigenismoATIVISTA AMBIENTAL ALESSANDRA KURAP DA ETNIA MUNDURUKU, PERDE O CONTROLE E AGRIDE FISICA E MORALMENTE SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DA FUNAI (Não leu? leia AQUI!) produziu algumas ligações para mim demonstrando indignação e desabafos, sobre a agressão sofrida pelo funcionário da Funai AFRÂNIO, pela ativista ambiental indigena Alessandra Kurap e alguns comentarios que reproduziremos abaixo. Mesmo sendo utilizado de anonimato algumas, transcreverei nesta matéria, a maioria com conteúdo chulo e irresponsavel excluimos de nosso dominio, não agrega em nada e provoca mais rivalidade entre os indigenas.
Anônimo disse…
Os anciãos verdadeiros caciques do Povo Munduruku, pedem desculpas pela agressão sofrida pela Alessandra "Kurap" a qual se intitulalider ou represenrante do Povo Munduruku. Venho esclarecer que essa agressora não é reconhecida pelos anciãos verdadeiros caciques como como representante e muito menos como líder. Apenas representa um grupelo de ONGs Internacionais apoiados pela esquerda, trazendo desunião em nosso Povo. O Povo Munduruku é formado por 14.410 e não por apenas 85 pessoas.
Anônimo disse…
Um absurdo, como uma pessoa sem controle se declara líder de uma tribo numerosa do alto tapajós ja que se mostra desiquilibrada, odiosa e por um servidor da funai dizer que não foi entendido em sua fala, é selvagemente agredido. Cadê os direitos humanos que essa indigena tanto diz buscar, quando enfurecida por nada, agreide um home, ja idoso. Isso é covardia. Moro em Jacareacanga e convivo com s índigenas a quase 50 anos, nunca vi nesse longo periodo ou sube que um indigena em discusão com os brancos agrediu alguem, e agora essa novidade, uma indigena que nasceu em Itaituba forjou seu carater com orientação de ongueiros que recebem grana internacional para pintarem e bordarem em nosso meio. Os indios não são agressivos assim, os antepassados foram devido seus estados selvagens, porém hoje são amistosos e convivem armoniosamente com todos os brancos, e essa indigena alesandra agindo assim mostra que sua fala, seus atos, e sua selvageria ela age como os ongueiros com rabo de cavalo, tatuagem, cigarro no bico, eniguimaticas, mal vestidos mandam. É pór isso que o povo MUnduruku a amaioria proibe esse pessoal de entrar na terra deles. Esses ongueiros criam divisão entre o povo munduruku, colocando indio contra indio, familias contra familias e existe uma divisão imensa desse povo que era unido agora tão virando inimigos. Eu sempre disse que no futuro por causa dessas ongues iria ter guerra entre indio e branco, hoje vejo que eles vão fazer é ter guerra entre os propios indios.
peço que seja publicado meu desabafo, eu não me identico com receio veja quer até o seo Valter fica comedoe ainda puxa saco dessa agressora Alesandra
Anônimo disse…
Seu Walter é o seguuinte, eu estava olhando aqui, esse ocorrido com a Alessandra, que aconteceu, o que ela fez, a atitude, e eu lendo suas postagens eu vi a materia, tem horas que voce elogia, parabeniza, mas a Alessandra aqui pro Alto, ela não é reconhecida, ela não representa o povo Munduruku, ela Maria Leuza,e o Ademir Kabá, Edivaldo Poxo e outros, professores... aí e a Mariza kaba. Eles não são lideranças do Povo Munduruku eles são lideranças do Grupo delas, eles não são da Associação Pusuru, e em todas as reuniões batem firme pra extinguir a Associação, querem tomar a Associação Pusuru, querem se apossar da Associação Pusuru, diante desse fato de que lado voce se colocaria de fato? de que lado voce está? voce sabe que isso é crime e hoje esse pessoal da esquerda aí que é filiado à FEPIPA que é a federação dos povos indigenas do Pará, a COIAB que é a coordenação (citou outras) (...) a gente não pactua. Nós, eles fizeram uma aliança entre essas entidades e nós sabemos quem apoia eles, quem financia esse povo aí, voce sabe né? então a gente não pactua, nós e os verdadeiros caciques antigos, veteranos, os anciões, ela não tem apoio, ela não representa ps verdadeiros caciques, então diante disso aí o que é que voce acha de se fazer uma representação contra ela, todos sabem que eles estão munidos de muitos advogados, sociologos, tudo bancados e arcados por esas ongs, pois essas ongs são aproveitadoras eles ganham dinheiro com imagens, danças, pinturas, enfim, com a nossa cultura e tradição. Voce sabe que isso é errado, eles tem muita força, pelo que a gente observa até o Ministério Publico ai da nossa região está apoiando esse pessoal aí (Professor indigena atraves de mensagem pelo ZAP)
[20:07, 17/10/2022] Josias Manhuari: Tem que processar essa mulher criminalmente ,essa mulher já estar acostumada de agredir os fundanarios públicos federais do governo federal.
[20:10, 17/10/2022] Josias Manhuari: Essa Alessandra Baiana e a Maria Leusa Cosme,elas são erradas perante a lei dos indigenas porque elas são casadas com os brancos,elas mesmo são gerando os invasores.
Anônimo disse...
O acontecido foi horrível e lamentável o servidor público federal, Afranio só tem contribuído com seu trabalho a etnia munduruku, principalmente ao lado de idosos e mulheres que vão em busca de seus benefícios sociais e outros
Walter Azevedo Tertulino disse…
Opa! Sou Walter Tertulino, ex-administrador da Funai por 12 anos e a luta decidida para a demarcação fisica da Terra Indigena Munduruku fui um elo nesse trabalho.
Dizer que em postagem acima eu elogio e critico a Alessandra ao mesmo tempo, revelando receio, a conheci ainda quando era criança depois não lembro de ter visto mais, quando a vi estava envolta nesse cenário odioso e que nada se justifica seu ato.
Achei o ato insano, que confronta-se com atitudes consagradas à organizaçao Social e de luta de seu povo. Nos doze anos em que passei dirigindo a Funai, jamais em momento algum vi tamanha estupidez. Foi um ato reprovavel em todos os sentidos principalmente de uma pessoa que conhece outras culturas devido suas contínuas viagens ao exterior conhececndo outras civiliações e como estudante de direito deveria saber que a liberdade de se expressar e o livre arbítrio o Estado Democratico de Direito garante a todo cidadão.
Sempre fui contra a garimpagem em Terras Indigenas, retirei mais de 1.000 garimpeiros das terras indigenas sem precisar de armas, ameaças e somente com argumentos conseguimos o intento na desocupação. Duas ONGs, nos ajudaram e estão até hoje nas TErras Inidgenas dos Munduruku. A Missão São Francisco através das Freiras e Missão Batista através dos Bieri, que se limitavam e limitam a seus ofícios religiosos, apoio à saúde educação e atividades de suporte à economia do grupo, constituindo ambas missões em fantásticas defensoras do Povo Indígena até hoje. SEmpre mantinham e tentam hoje manter o Povo coeso, unido sem distenções... daí chegaram as ONGs alimentadas por capital estrangeiro... depois conto mais!
Walter Azevedo Tertulino disse…
Esqueci de me reportar no comentário acima que fiz, que o SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO me deu um grande presente na vida: -Me poupou do defeito de ter medo. Eu não tenho medo de NINGUEM!!! Falo e assumo o que profiro.

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