RASTILHO DE PÓLVORA

“A DIFERENÇA ENTRE A PALAVRA CERTA E A PALAVRA QUASE CERTA, É A DIFERENÇA ENTRE O RELAMPAGO E O VAGALUME"

ATIVISTA AMBIENTAL ALESSANDRA KURAP DA ETNIA MUNDURUKU, PERDE O CONTROLE E AGRIDE FISICA E MORALMENTE SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DA FUNAI


ITAITUBA (PA) - 17.10.2022 - Viralizou na web através da rede mundial de computadores interligadas por Grupos Virtuais uma reunião com a presença de alguns líderes indigenas  alem de comunitários  indígenas, e ainda  pessoas que denotavam pertencer a Organizações Não Governamentais (ONG´s) de apoio à causa indigena e  representando a Funai, o solitário servidor  Afrânio que subitamente, após referir-se no encontro que não estaria sendo entendido em seu discurso proferido momentos antes, foi agredido pela indigena e ativista ambiental Alessandra Kurap Munduruku com chutes e tapas conforme denuncia o vídeo presente na postagem.

Agressão ao servidor da Funai

O assunto  girava em torno da questão ambiental reinante nas Terras Indigenas Munduruku que deixa os principais cursos dágua de seu interior impróprias para o consumo humano, devido estarem poluidas e contaminadas pela ação de atividades garimpeiras consideradas ilegais.

A agressora, acadêmica do curso de Direito  e liderança acostumada a gerenciar conflitos em defesa de seu Grupo Tribal,  no que tange a questão ambiental, é vastamente conhecida nacionalmente por suas incursões na europa, mostrando as mazelas interpostas no seio de seu povo; acostumada a interagir com pessoas de fino trato, autoridades pacifistas, perdeu enorme oportunidade para mostrar que sua luta é gloriosa em defesa de seu povo buscando seus direitos adquiridos  através da conscientização e esclarecimentos de seus direitos adquiridos e ainda sendo-lhes negado. 

É corriqueiro entre seu próprio povo comentarios que propagam  a interferência de alguns ativistas de Ong´s que fazem alguns indigenas falarem por eles e até  radicalizarem em determinadas ocasiões.

Não me furto a dizer que o ato agressivo de Alessandra em atingir descontrolada fisicamente um servidor do Organismo Indigenista Federal, já contando com idade avançada, surpreende por sua radical ação  sem motivação que justificasse o constrangimento fisico e moral sofrido pelo servidor, jamais se registrando no ambito do indigenismo da região do Vale do Tapajós insano ato praticado. Surpreendeu tambem, ninguém ter interferido  para evitar a agressão... o servidor somente não foi mais agredido quando levantou-se temeroso, justificando que iria se retirar da reunião.

Registro, perguntando o que poderia ocorrer se o servidor tivesse esboçado reação para se defender dos tapas e sem querer defendendo-se, encostasse a mão na indigena, ou mesmo a empurrado, como ficaria a situação? no mínimo seria processado pelas ONG´s MPF nos rigores da Lei  Maria da Penha, ou seria crivado de porrada pelos presentes.

Vamos encarar a realidade dos fatos. Alessandra é imperiosa, necessaria  e util para a luta de seu povo por seus direitos, tendo um discurso com conhecimento de causa, mas largar o microfone para partir para o pugilato agredindo pessoas, faz abrir-se um precedente perigoso em desfavor de seu povo, tornando-se  dificl   atrair pessoas para parlamentar consigo ja que não oferece o direito do contraditorio... e quem perde com tal ato é a causa indigena. 

Este ano, ela foi escolhida pelo júri do Prêmio Robert Kennedy de Direitos Humanos (EUA) para receber US$ 30 mil ((cerca de R$ 166 mil), além de “apoio contínuo da RFK Direitos Humanos para seu importante trabalho, como litígios estratégicos, treinamento e capacitação e defesa perante governos, organizações internacionais e outras instituições”.  (Leia noConexão Planeta)

A guerreira Alessandra Kurap Munduruku,  amealha em torno de seu trabalho como ativista ambiental, reconhecimentos, comendas, prêmios e recursos financeiros para continuar com sua luta em defesa dos direitos humanos... tudo bem, parabens!!! e como acadêmica do Curso de Direito, e como futura operadora do direito deveria saber que o ancião Afrânio, servidor Público Federal é homo sapiens ja evoluido e sobretudo  tem seus DIREITOS HUMANOS GARANTIDOS, que com a forma agressiva com que foi tratado, faltou ser tratado como um ser humano. ALESSANDRA negou-lhe esse direito!

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5 Comentários

Anônimo disse…
Os anciãos verdadeiros caciques do Povo Munduruku, pedem desculpas pela agressão sofrida pela Alessandra "Kurap" a qual se intitulalider ou represenrante do Povo Munduruku. Venho esclarecer que essa agressora não é reconhecida pelos anciãos verdadeiros caciques como como representante e muito menos como líder. Apenas representa um grupelo de ONGs Internacionais apoiados pela esquerda, trazendo desunião em nosso Povo. O Povo Munduruku é formado por 14.410 e não por apenas 85 pessoas.
Anônimo disse…
Um absurdo, como uma pessoa sem controle se declara líder de uma tribo numerosa do alto tapajós ja que se mostra desiquilibrada, odiosa e por um servidor da funai dizer que não foi entendido em sua fala, é selvagemente agredido. Cadê os direitos humanos que essa indigena tanto diz buscar, quando enfurecida por nada, agreide um home, ja idoso. Isso é covardia. Moro em Jacareacanga e convivo com s índigenas a quase 50 anos, nunca vi nesse longo periodo ou sube que um indigena em discusão com os brancos agrediu alguem, e agora essa novidade, uma indigena que nasceu em Itaituba forjou seu carater com orientação de ongueiros que recebem grana internacional para pintarem e bordarem em nosso meio. Os indios não são agressivos assim, os antepassados foram devido seus estados selvagens, porém hoje são amistosos e convivem armoniosamente com todos os brancos, e essa indigena alesandra agindo assim mostra que sua fala, seus atos, e sua selvageria ela age como os ongueiros com rabo de cavalo, tatuagem, cigarro no bico, eniguimaticas, mal vestidos mandam. É pór isso que o povo MUnduruku a amaioria proibe esse pessoal de entrar na terra deles. Esses ongueiros criam divisão entre o povo munduruku, colocando indio contra indio, familias contra familias e existe uma divisão imensa desse povo que era unido agora tão virando inimigos. Eu sempre disse que no futuro por causa dessas ongues iria ter guerra entre indio e branco, hoje vejo que eles vão fazer é ter guerra entre os propios indios.
peço que seja publicado meu desabafo, eu não me identico com receio veja quer até o seo Valter fica comedoe ainda puxa saco dessa agressora Alesandra
Anônimo disse…
Seu Walter é o seguuinte, eu estava olhando aqui, esse ocorrido com a Alessandra, que aconteceu, o que ela fez, a atitude, e eu lendo suas postagens eu vi a materia, tem horas que voce elogia, parabeniza, mas a Alessandra aqui pro Alto, ela não é reconhecida, ela não representa o povo Munduruku, ela Maria Leuza,e o Ademir Kabá, Edivaldo Poxo e outros, professores... aí e a Mariza kaba. Eles não são lideranças do Povo Munduruku eles são lideranças do Grupo delas, eles não são da Associação Pusuru, e em todas as reuniões batem firme pra extinguir a Associação, querem tomar a Associação Pusuru, querem se apossar da Associação Pusuru, diante desse fato de que lado voce se colocaria de fato? de que lado voce está? voce sabe que isso é crime e hoje esse pessoal da esquerda aí que é filiado à FEPIPA que é a federação dos povos indigenas do Pará, a COIAB que é a coordenação (citou outras) (...) a gente não pactua. Nós, eles fizeram uma aliança entre essas entidades e nós sabemos quem apoia eles, quem financia esse povo aí, voce sabe né? então a gente não pactua, nós e os verdadeiros caciques antigos, veteranos, os anciões, ela não tem apoio, ela não representa ps verdadeiros caciques, então diante disso aí o que é que voce acha de se fazer uma representação contra ela, todos sabem que eles estão munidos de muitos advogados, sociologos, tudo bancados e arcados por esas ongs, pois essas ongs são aproveitadoras eles ganham dinheiro com imagens, danças, pinturas, enfim, com a nossa cultura e tradição. Voce sabe que isso é errado, eles tem muita força, pelo que a gente observa até o Ministério Publico ai da nossa região está apoiando esse pessoal aí (Professor indigena atraves de mensagem pelo ZAP)
Opa! Sou Walter Tertulino, ex-administrador da Funai por 12 anos e a luta decidida para a demarcação fisica da Terra Indigena Munduruku eu fui um elo nesse trabalho.
Dizer que na postagem eu elogio e critico a Alessandra, a conheci ainda quando eracriança depois não lembro de ter visto mais.

Achei o ato dela insano, que confronta-se com atitudes consagradas a organizaçao Social e de luta de seu povo. Nos doze anos em que passei dirigindo a Funai, jamais em momento algum vi tamanha estupidez. Foi um ato reprovavel em todos os sentidos principalmente de uma pessoa que conhece outras culturas e como estudante de direito deveria saber que a liberdade de se expressar e o livre arbítrio o Estado Democratico de Direito garante a todo cidadão.

Sempre fui contra a garimpagem em Terras Indigenas, retirei mais de 1.000 garimpeiros das terras indigenas sem precisar de armas, ameaças e somente com argumentos conseguimos o intento na desocupação. Duas ONGs, nos ajudaram e estão até hoje nas TErras Inidgenas dos Munduruku A Missão São Francisco atraves das Freiras e Missão Batista atraves dos Bieri que se limitavam a seus oficios religiosos, apoio à saidem educação e atividades de suporte economicos, constituindo ambas missões em fantpasticos defensores do Povo Indigena até hoje. SEmpre mantinham e tentam hoje manter o Povo coeso, unido sem distenções... daí chegaram as ONGs alimentadas por capital estrangeiro... depois conto mis
Esqueci de me reportar no comentário acima que fiz, que o SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO me deu um grande presente na vida: -Me poupou do defeito de ter medo. Eu não tenho medo de NINGUEM!!!