ITAITUBA (PA), 28.07.2022 - O processo de urbanização refere-se ao crescimento das cidades em virtude do aumento populacional e sem dúvida a Cidade Pepita experimenta esse fenômeno de ocupação geográfica devido o aumento de sua população que além do êxodo rural e de áreas de garimpagem de ouro no vale do Tapajós, que obriga as populações da Zona Rural e Garimpeira deixarem essas áreas e dirigirem-se ao centro-urbano ou Cidade-Polo, concorrendo em consequência ao crescimento desordenado de ocupação do espaço físico da superfície territorial da cidade, que é limitado por fazendas, obrigando o investimento de espaços comerciais e principalmente residências em um modelo das grandes cidades que é o crescimento imobiliário vertical, ou seja a construção de imóveis superiores a 3, 4 andares ou pisos.

No presente momento contemplam-se algumas áreas de terras para pastagens de gados ou seja, algumas fazendas, limite da cidade com o campo que já foram desmobilizadas por efeito dessa redução de espaços para edificações de moradias na cidade, serem comercializadas com o ramo imobiliário para se fazer grandes aglomerados humanos.
Com a forte especulação e concorrência imobiliária que vive-se em nossa região obrigaram-se os investidores do ramo imobiliário a criarem grandes residenciais planejados como zonas de uso e ocupação e em consequência novos aglomerados residenciais encontram-se formando, com espaços ocupados até antes considerados como zonas de atividades rurais e de pecuária, nas cercanias da cidade. De inicio residenciais populares de programa de habitação do Governo Federal avançando para residenciais urbanizados como Buriti, Açaí, Campo Belo, Nova Cidade, Pérola do Tapajós.
Itaituba experimentou a partir de então com seu crescimento demográfico e ocupação de espaços para habitações, uma nova fase e devido a limitação de espaços com a finalidade em se expandir os limites do perímetro urbano e suburbano obriga-se a copiar o que já ocorre em Santarém que é a verticalização imobiliária com a construção de imóveis e/ou prédios acima de 3, 4 pisos.
Mesmo com o declínio acentuado da produção de ouro na região, e com a desmobilização da atividade garimpeira executada pela Forço Nacional de repressão à atividade considerada ilegal, um norte para substituir a economia advinda até então da atividade aurífera, uma luz surge no horizonte que é o desdobro de madeira do Serviço Florestal Brasileiro que animam os investidores e população em geral.
Em todo esse contexto de investimentos e ocupação de espaços residenciais na cidade, é público e notório que variados fatores influenciam esse desdobramento de progresso para nossa região, e entre esses fatores o prefeito do Município Valmir Climaco de Aguiar constitui-se em um elo dessa corrente que guarda com grande expectativa maior progresso para a região do Tapajós, e para tanto foi preciso e necessário através da criação de um garoto-propaganda anunciar para o mundo, que a região onde as explorações racionais, do ouro, madeira, pecuária dariam retorno garantido aos seus respectivos investidores. O nome do propagandista? Valmir Climaco, que reúne em torno de sí, empreendedorismo em Pecuária, exploração aurífera, madeira, imobiliária e comercial.
Como homem trabalhador incansável, o empreendedor inveterado Valmir Climaco, mesmo em horas de ócio, recreação com a família, ou em interlocução com seu vasto circulo de amizade fica arquitetando uma maneira de negociar.
Com seu tirocínio de grande negociador, levou à politica suas qualidades empreendedoras, e atraiu para o município além de grandes investimentos estruturais do estado e da federação a atenção do produtor do Nortão do Mato Grosso que ja fizeram e fazem investidas para o plantio experimental de soja e outros grãos na região e com o Certame Licitatorio junto ao Serviço Florestal Brasileiro, alardeou ao mundo da necessidade de investimentos de capital estrangeiro e do empresariado do ramo esparso pelo Centro-oeste e sul do país para investimento em nossa região buscando dessa forma produzir renda e emprego no município e região.
Valmir como um visionário sentiu o estado atual da atividade garimpeira na região quando como um garoto-propaganda, em um show de um sertanejo renomado o premiou com uma Pepita de Ouro, querendo mostrar a vocação do trabalhador da Amazônia e a produção aurífera e os trabalhadores envolvidos que precisavam de apoio governamental... dessa vez não deu muito certo.
Itaituba experimenta além de novos ares para a sua economia e isso é previsível, com a edificação de muitos prédios construídos na vertical na sede do município mostrando nitidamente a todos, que a região continuamente está atraindo pessoas de outras plagas e essas pessoas servirão para produzir renda e emprego em nosso município.
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| O alvorecer na Cidade Pepita |
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