quarta-feira, 22 de abril de 2020

S.O.S VALMIR CLIMACO!

Por/ Evandro Show

Estamos vivenciando momentos difíceis, algo dantes inimagináveis.  O mundo experimenta uma sacudida, de cabeça pra baixo e nada pode fazer, diante de um inimigo invisível.
Não  existem barreiras, fronteiras e nem canhões que possam deter a proliferação desse inimigo poderoso, que não tem hora para atacar e nem avisa  o local do ataque. Tudo imprevisível. Até parece um filme de ficção científica...
Hoje, senhor prefeito, sinto-me igualmente isolado, tal como muitas pessoas que preferem a preservação da vida à morte. Tudo parece nebuloso, Sem ninguém saber se haverá o dia de amanhã.  Confesso o meu temor diante de uma força poderosa, que pode até ser Deus, castigando os pecadores.
Quando essa crise passar, e se passar, nada será como antes...Talvez os abraços sejam mais fortes,  mais apertados, mais autênticos. Talvez as pessoas se amem mais...Talvez a solidariedade seja mais forte, com a diminuição das vaidades, do egoísmo...
Penso em várias coisas ao mesmo tempo, procurando entender o sentido de tudo isso. Será uma provação?
Dentre esses pensamentos,  há um que martela meu juízo: as máscaras são suficientes para combater o inimigo?   Ficar preso em casa, evita a contaminação?
Aí nasce a luz: o vírus não voa, vem com as pessoas,  escondido nos pulmões, na parte externa do corpo ou nas  roupas . Simples assim.
O que precisa ser feito ?  Redobrar a barreira sanitária, com plantão de 24 horas por dia, sem tréguas ao inimigo.  Barreira comparável a tempos de guerra. Não entra ninguém sem extensa e profunda investigação: de onde vem, com quem esteve etc.
Manaus, Santarém,  Belém e Macapá são, hoje, áreas de alto risco.
Portanto, meu amigo prefeito Valmir Clímaco de Aguiar,  ouça o conselho de uma pessoa experiente, que sobreviveu diante de tantas pandemias.

OBS: tem gente vinda desses lugares, entrando escondida em Itaituba...
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* Evandro Fernandes Souza, carinhosamente conhecido na região  por Evandro Show, devido seus programas radiofônicos e suas exibições como  um trovador de Karaokê nas domingueiras, erudito na arte de conversar,e estabelecer contatos; Cearense de nascimento Paraense por adoção, pessoa questionadora para provocar saudáveis discussões... um caminhante em busca sempre da verdade, grande amigo e para não dizer que não falei das flores, destacado acadêmico do Curso de direito da FAI e por longos anos emprestou sua inteligencia  ao Banco da Amazônia, como gerente.

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