RASTILHO DE PÓLVORA

“A DIFERENÇA ENTRE A PALAVRA CERTA E A PALAVRA QUASE CERTA, É A DIFERENÇA ENTRE O RELAMPAGO E O VAGALUME"

BARBÁRIE NO PARÁ-DE-CÁ, OMISSÃO DO PARÁ-DE-LÁ

LEI DE TALIÃO APLICA PENA CAPITAL NA PÉROLA DO TAPAJÓS

Santarém – Sob o signo da selvageria em seu mais alto teor de ofensividade, uma turba contando com dezenas de populares, tomaram das mãos e proteção da Policia Militar um homem acusado de assassínio que foi executado em via pública `a golpes de pedras, paus, com a policia em numero ínfimo facilitando a entrega do acusado para ser seviciado até a morte. A policia, diga-se de passagem, em numero reduzido temeu confrontar-se com a turba prevenindo uma situação de consequenciais inimagináveis.
A informação foi divulgada neste dia (31) pelo jornal de alcance nacional e em cadeia SBT BRASIL, que manifestou indignação através dos apresentadores do telejornal classificando o Governador Simão Jatene e seu secretario de Segurança Publica como omissos e insinuando que essas autoridades cruzam os braços diante de atos de violência no estado e concluíram a reportagem manifestando que o acusado de assassinato selvagemente executado em via publica teria que ser julgado por um tribunal onde lhe sobraria o direito de defesa.   
Registraram os jornalistas apresentadores, que inúmeros contatos foram feitos com a assessoria de Jatene e do secretario de segurança Pública que não atenderam e nem retornaram ligações para esclarecerem a barbárie.
Não somente Santarém, mas, todos os munícipios que formariam o Estado do Tapajós ressentem-se de uma politica de segurança publica para conter a onda de violência que assola a região. Na verdade com a flagrante omissão do estado nesse quesito vidas são ceifadas e a população frontalmente atingida. Fato inconteste é que em termos de segurança pública no Pará-de lá que atinge também o Pará-de-cá, Jatene nada fez para inverter o quadro assustador, onde o diminuto contingente de policiais militares e civis, para atender a demanda,  a falta de interesse politico para a resolução de uma politica eficiente, a falta em separar-se o joio do trigo nas entranhas da policia militar, a carência de um suporte mais decidido para a policia judiciaria, e a inexistência de delegados em algumas regiões e municípios (Pasmem!) já deixa Jatene como um pateta que brinca de ser governador e entre todos o pior governador do Estado do Pará.
E ele e seus mais fieis apaniguados  não quiseram criar o Estado do Tapajós. Valha-nos quem mesmo??????

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