13/01/10 às 15h58min
Santarém - A tragédia que afetou o Haiti na tarde da última terça-feira (12), deixou muitas famílias de militares de Santarém preocupadas. A falta de informação causa transtorno e desespero.
O exército confirmou a morte de quatro militares e outros quatro que são brasileiros estão desaparecidos.
O cabo Emerson Brazão, que deixou a família em Santarém, está na capital do Haiti há sete meses. Ontem a noite falou com a esposa via internet e relatou que estava jogando bola na hora do primeiro terremoto, quando viu paredes do salão rachando, jogadores caindo no campo. Descreveu a sensação como estar num barco com muita maresia.
Dois sargentos do 8º Batalhão de Engenharia e Construção partiram em direção a Porto Príncipe, capital do Haiti, na noite de terça-feira (12) após a notícia da tragédia. Um deles é o sargento Renildo Munhoz.
Os quatro militares mortos são do 5º Batalhão de Infantaria Leve sediado em Lorena interior de São Paulo. E todos estavam foram da base na hora do terremoto. O exército brasileiro acredita que há mais militares mortos.
Como doar:
Os interessados em ajudar as vítimas do terremoto no Haiti podem fazer um depósito nas contas da ONG Viva Rio e também do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. As doações para a Organização das Nações Unidas (ONU) devem ser feitas para a ONG Viva Rio.
ONG Viva Rio:
Banco do Brasil
Agência 1769-8
Conta 5113-6
Cruz Vermelha
Banco HSB
Agência 1276
Conta 14526 - 84
Aos interessados em fazer depósito online, o CNPJ do Comitê Internacional da Cruz Vermelha é 04.359688/0001-51.
Informações sobre brasileiros no Haiti:
O Ministério das Relações Exteriores instalou uma sala de crise sobre o Haiti. O gabinete ficará 24 horas em funcionamento. Informações podem ser obtidas junto ao Núcleo de Assistência a Brasileiros, nos seguintes telefones:
(0xx61) 3411.8803
(0xx61) 3411.8805
(0xx61) 3411.8808
(0xx61) 3411. 8817
(0xx61) 3411.9718
(0xx61) 8197.2284.
Suzy Loyola com informações de Jean Teles\ Terra
O exército confirmou a morte de quatro militares e outros quatro que são brasileiros estão desaparecidos.
O cabo Emerson Brazão, que deixou a família em Santarém, está na capital do Haiti há sete meses. Ontem a noite falou com a esposa via internet e relatou que estava jogando bola na hora do primeiro terremoto, quando viu paredes do salão rachando, jogadores caindo no campo. Descreveu a sensação como estar num barco com muita maresia.
Dois sargentos do 8º Batalhão de Engenharia e Construção partiram em direção a Porto Príncipe, capital do Haiti, na noite de terça-feira (12) após a notícia da tragédia. Um deles é o sargento Renildo Munhoz.
Os quatro militares mortos são do 5º Batalhão de Infantaria Leve sediado em Lorena interior de São Paulo. E todos estavam foram da base na hora do terremoto. O exército brasileiro acredita que há mais militares mortos.
Como doar:
Os interessados em ajudar as vítimas do terremoto no Haiti podem fazer um depósito nas contas da ONG Viva Rio e também do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. As doações para a Organização das Nações Unidas (ONU) devem ser feitas para a ONG Viva Rio.
ONG Viva Rio:
Banco do Brasil
Agência 1769-8
Conta 5113-6
Cruz Vermelha
Banco HSB
Agência 1276
Conta 14526 - 84
Aos interessados em fazer depósito online, o CNPJ do Comitê Internacional da Cruz Vermelha é 04.359688/0001-51.
Informações sobre brasileiros no Haiti:
O Ministério das Relações Exteriores instalou uma sala de crise sobre o Haiti. O gabinete ficará 24 horas em funcionamento. Informações podem ser obtidas junto ao Núcleo de Assistência a Brasileiros, nos seguintes telefones:
(0xx61) 3411.8803
(0xx61) 3411.8805
(0xx61) 3411.8808
(0xx61) 3411. 8817
(0xx61) 3411.9718
(0xx61) 8197.2284.
Suzy Loyola com informações de Jean Teles\ Terra
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