domingo, 31 de maio de 2020

CAMBALACHO E FAVORECIMENTO NO PROCESSO SELETIVO PARA O HOSPITAL GERAL TAPAJÓS

ITAITUBA - Como não poderia deixar de ser, ja que é impregnado na politicagem rasteira e barata esses jogos de cena e oportunismo criminoso,  que em curto tempo produz  capital politico para as raposas astutas, o inconformismo de centenas de pessoas do município que não foram selecionadas e que concorreram  para avalanches de comentários de público evidentemente, mostrando que  os "selecionados" ja estavam aprovados antes mesmos de se colocar o processo para conhecimento popular, comentam que a patifaria e favorecimento correu solta; lembrando que todo o certame foi comandado pelo Instituto Panamericano de Gestão.

Para engrossar o caldo, eis que surge o Vereador Peninha, censurando também que o processo estaria viciado e com nítida intenção de favorecimento, com falta de lisura e transparência para beneficiar  apaniguados e grupos familiares. Orientou em seu desabafo, que teve conhecimento da lista e pode constatar que enfermeiras  sem a Carteira da Categoria/Coren que é a habilitação da profissional sequer receberam do  órgão competente, prossegue ainda o edil, que na ocasião em que o IPG divulgou os nomes dos selecionados, a bomba estourou diante dos concorrentes constando na relação  nomes de pessoas que entregaram currículos na ultima hora e fora do prazo, havendo o famoso entrada pela janela desprezando-se os critérios estabelecidos em lei, e que ocorreu um verdadeiro tira e cola de nomes da relação. por fim colocou que tem profissionais enfermeiros que se formaram, ha dois meses, sem pratica alguma profissional  que foram selecionadas enquanto pessoas com vasta experiencia ficaram de fora. Por fim disse que existiu preferencia por nomes até para Coordenadores ja que na lista inicial de selecionados apareceram os nomes de aprovados e na segunda esses foram excluídos e substituidos por outros.


Se existiu mesmo esse cambalacho sabe quem vai pagar caro por essa patifaria? O POVO, que com certeza será submetido a uma brigalhada do diabo devido  o processo  viciado provocar nas autoridades  judiciarias tomada de providencias e com certeza anularão o processo, para se fazer outro e o funcionamento do Hospital será protelado. BABACAS!!!

PROCESSO SELETIVO PARA O HOSPITAL REGIONAL TAPAJÓS - LISTA DE APROVADOS

1ª fase
Confira abaixo a lista de classificados e aprovados para segunda fase:
veja se seu nome está na lista

- NÍVEL SUPERIOR 
- NÍVEL MÉDIO E TÉCNICO

- NÍVEL FUNDAMENTAL


Força tarefa resgata duas bolivianas de condição análoga à escravidão

Trabalhadoras realizavam costuras para uma loja de varejo em bairro da capital paulista
porPublicado30/05/2020 09h02Última modificação30/05/2020 09h02
São Paulo/SP - Força tarefa contra o tráfico de pessoas, composta pela Polícia Federal, pelos auditores fiscais do Trabalho do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), e pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, atuou coordenadamente para o êxito da operação.
Duas irmãs bolivianas, de 22 e 19 anos, foram resgatadas em ação contra o trabalho análogo ao de escravo iniciada em 20 de maio em São Paulo (SP). Elas entraram de forma irregular no país e trabalhavam em uma oficina de costura que confeccionava peças de vestuário para uma loja de varejo localizada no bairro do Brás, na capital paulistana.
Com jornadas de trabalho, que começavam às 7h e se estendiam até 22h, e tendo recebido valores inferiores à metade de um salário mínimo durante dois meses, as trabalhadoras sofreram restrições à sua locomoção por terem entrado ilegalmente no país e também pela pandemia, argumentos usados para que permanecessem todo o tempo na própria oficina de costura.
Responsabilizada como empregadora, a loja de varejo efetuou os pagamentos das verbas rescisórias e indenizações devidas às trabalhadoras e, ainda, custeará o regresso das irmãs ao país de origem.
Tráfico de pessoas
A Polícia Federal instaurou inquérito policial. Os responsáveis responderão, na medida de suas culpabilidades, pelo crime previsto no Código Penal, no artigo 149-A, II, cujas pena de reclusão varia de 4  a 8 anos, e multa.
A apuração mostra que o dono da oficina de costura, localizada na zona leste da cidade de São Paulo, foi responsável pelo ingresso das irmãs no país. Acompanhadas por ele desde Cochabamba, na Bolívia, onde residiam e haviam sido contratadas, elas entraram no Brasil atravessando um riacho que divide os territórios.
Neste dia, a fronteira entre os dois países foi fechada por conta da pandemia do coronavírus (covid-19). Em Corumbá (MS), embarcaram em ônibus até a capital paulista, iniciando seu trabalho no mesmo dia em que chegaram. O dono da oficina foi preso em flagrante e depois liberado na audiência de custódia, respondendo ao processo em liberdade.
Resgatadas, as jovens migrantes se encontram acolhidas em local seguro. Embora tenham direito a solicitar residência permanente no Brasil, uma vez que foram submetidas ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas, conforme dispõe a Lei nº 13.445/2017 (Lei de Migração), as trabalhadoras aguardam somente a finalização dos trâmites burocráticos necessários para seu retorno à Bolívia.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato: (11) 3538-5013 

cs.srsp@dpf.gov.br