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segunda-feira, 21 de maio de 2018

sobrevivente do 'chupa chupa' precisa de ajuda para cirurgia

Colares: sobrevivente do 'chupa chupa' precisa de ajuda para cirurgia (Foto: Divulgação)
Uma grande corrente de solidariedade mobilizou os moradores de Colares (PA), no nordeste paraense. A cidade é conhecida mundialmente desde o final da década de 1970 quando registrou a presença de corpos luminosos sobrevoando os céus da região. Estes objetos voadores não identificados (óvnis) lançavam luzes sobre as pessoas e sugava-lhes o sangue – daí o fenômeno passou a ser chamado de “chupa chupa”. Uma das vítimas – que ainda está vivo – é o pescador Newton de Oliveira Cardoso, de 61 anos. O “tenente”, como é conhecido, deverá passar por uma cirurgia no próximo dia 31 de maio, mas não dispõe de recursos suficientes para custear o procedimento. Por isso, a comunidade de Colares passou a promover uma “vaquinha” para conseguir fundos para o tratamento médico do tenente.
A iniciativa da campanha começou em novembro do ano passado, durante a realização do I Congresso Ufológico de Colares que celebrou os 40 anos da Operação Prato – a maior intervenção militar que já realizada pela Força Aérea Brasileira para investigar e observar o aparecimento de óvinis. Graças ao apoio de amigos, ufólogos, universitários, pesquisadores e jornalistas, o “tenente” conseguiu a cirurgia, porém ainda não conseguiu arrecadar todo o valor da anestesia.
A intervenção médica se deve em decorrência de um acidente que sofreu depois de ter sido vítima do “chupa-chupa”. Ele faz o tratamento desde então. Há 7 anos a equipe médica que o acompanha diagnosticou a necessidade da cirurgia na bacia, desde então a família tenta conseguir o procedimento pelo Sistema Único de Saúde e não consegue. Com a ajuda de amigos, irão conseguir fazer pela rede particular.
O ataque
Em setembro de 1977, o tenente dormia na casa na namorada – hoje sua esposa – quando teve o corpo paralisado pela luz, do “chupa-chupa”. Ele estava deitado na rede quando sentiu uma forte quentura e em seguida teve o corpo furado. “Eu tinha 21 anos naquela época. O dia exato do ataque eu não lembro, mas te garanto que o fenômeno já estava acontecendo. Os militares já estavam na cidade”, lembrou. A Luz foi vista por todos na rua.
Hoje, Newton Cardoso mora em um sítio próximo a cidade de Colares. No terreno ele construiu uma espécie de praça onde colocou monumentos de seres extraterrestres e no centro uma miniatura do que seria uma nave espacial em formato de globo. “Eu recebo pessoas aqui do mundo todo que procuram saber da história, mas ninguém tem resposta sobre o que é o chupa chupa”, disse.

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