RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

domingo, 30 de julho de 2017

QUANDO ÁGUIAS ENSINAM ANJOS A VOAR


Por/ Walter Tertulino

Podemos erguer os olhos aos céus
Bradar gritos em  uníssono  e nunca em vão,
Desta vez grita o povo da selva,
da relva,
de pedra,
do mato da Amazônia
que muitas vezes se vê como uma zona
onde o IBAMA esperanças toma,
mas agora brada o sentimento da gratidão
esse brado jamais será cafona.

Posso me orgulhar de ter vivido
Nos tempos que brilhou e rebrilhou Pai Velho
Lamentar  por ter vivido
Contido,
Reprimido,
Quase mesmo escondido,
Nos tempos do açougueiro Joesley
Mas sempre minhas divagações serão direcionadas
Para lembrar dos feitos da coragem  dos águias

Águias não existiram antes de Pai Velho
Perdoem o exagero, mas nem D’umont foi tão assim
Pois orientou  apenas que os águias poderiam voar
O voo de D’umont foi breve,
Leve
Assim se escreve
Enquanto o de Pai Velho durou décadas
Percorrendo milhares de tempos na ampulheta
Quem escondesse a admiração pelos feitos dos águias
Era somente ai que Pai Velho ficava B...

A proa indica o norte para o céu
Silenciam e reverenciam os águias menores
Para exaltarem o ultimo voo do águia-mor
Pra o voo derradeiro
Sobranceiro
Em céu de Brigadeiro
Pai Velho nesse gigante céu de anil
Orgulha o Amazônida, orgulha o Pará
Eleva o Brasil!

Pai Velho o ícone e orgulho da aviação
Intercede pela proteção dos águias menores
Tua missão não acabou por aqui não...
Não foi em vão,
Ilusão,
No céu ainda  serás aproveitado
Em algo de grandeza exemplar,
Quando a terra perde um justo
Conta-se no céu um anjo a mais
E é hora meu bom Pai Velho lá no céu
Começar a ensinar, Anjo voar







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