RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

sexta-feira, 16 de junho de 2017

OAB acompanha investigação sobre morte de advogado

OAB acompanha investigação sobre morte de advogado (Foto: Reprodução)
Três situações distintas que envolvem ameaça, violação das prerrogativas profissionais e morte de advogados estão sendo acompanhadas pela Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Pará e o desenrolar delas será divulgado em coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira (16).
Os temas foram explicados em entrevista ao DOL pelo presidente da OAB-PA, Alberto Campos. Segundo advogado, o caso que é acompanhado com mais preocupação pela Ordem é o de um advogado que teria sido impedido de entrar na Delegacia de Polícia Civil de Igarapé-Miri, nordeste paraense, e agredido por um delegado que atua no local.
O caso ocorreu com o advogado Max do Socorro Melo Pinheiro no dia 14 de junho. De acordo com Alberto Campos, quando Max compareceu à delegacia para “dar orientações aos clientes que já estavam sendo inquiridos”, ele foi “impedido pelo delegado”.
Segundo o presidente da Ordem dos Advogados, será requerida a “responsabilidade administrativa da autoridade policial que impediu o advogado de exercer a profissão”.
MORTE DE ADVOGADO
Outro caso acompanhado pela OAB Pará é a morte do advogado Wellington Flávio Milhomem Gonçalves, ocorrido na última terça-feira (13), no município de Marabá, Wellington foi morto ao lado do irmão, o policial militar Giovani Milhomem Gonçalves.
Segundo Alberto Campos, a Polícia Civil está colhendo depoimentos e segue buscando testemunhas, mas “tudo levar a crer que o advogado não era o alvo” no homicídio. Wellington atuava como advogado no Estado de São Paulo.
AMEAÇAS DE MORTE
Outro caso que é acompanhado pela Ordem dos Advogados é a de um advogado que foi ameaçado de morte de um estelionatário. O advogado em questão foi uma das vítimas dos golpes aplicados pelo acusado de estelionato e, por isso, foi ameaçado.
“A comissão de Prerrogativas irá acompanhar todas as situações e irá se habilitar nos inquéritos”, concluiu Alberto Campos.
(DOL)


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