RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

PARA INGLÊS VER!

Audiência Pública discutirá impactos da Hidrelétrica São Luiz do Tapajós


Do G1 Santarém

Audiência pública patrocinada pelo Ministério Público Federal (MPF) discutirá irregularidades e possíveis impactos da Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. O evento, que acontecerá em Santarém, oeste do Pará, é um convite a todos os cidadãos da região para que participem da discussão em torno da usina.

A audiência acontecerá no dia 29 do mês em curso e visa estimular o compartilhamento de dados úteis para que a população possa ter conhecimento mais aprofundado sobre o projeto, além de discutir suas irregularidades e impactos ambientais, sociais, turísticos e econômicos.

O evento usará como exemplo as irregularidades encontradas durante o planejamento e instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, e sua possível reincidência na hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. Cientistas e outros especialistas então apresentarão as principais falhas e omissões nos estudos ambientais para que o assunto possa ser discutido de maneira aprofundada e sobre todos os aspectos. Também será discutida a questão energética no Brasil.

A audiência acontecerá às 14h no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), que fica na Praça da Bandeira, 565, no centro de Santarém. O público-alvo são todos os moradores da região oeste, bem como movimentos sociais, organizações indígenas e de povos tradicionais, universitários e órgãos públicos como o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as prefeituras de Santarém, Belterra, Aveiro e Itaituba, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entre outros.
____Transcrito do Blog do Norton Sussuarana

REMENDO RP
Conforme mencionado na materia,  a audiencia  será realizada em Santarém para que os cidadãos da região discutam  os impactos sociais, economicos ambientais que acontecerão (e serão de dimenssões abissais), com a instalação do projeto energetico. Com certeza desaforar do "olho do Furacão" o poblema; a discussão será breve e até inócua, pois la não estarão presentes, os ribeirinhos, indigenas, que habitam por tempos imemoriais as margens do Tapajós, que serão afetados diretamente pelo megaprojeto. 

Uma pergunta não cala: -Como os presentes discutirão os impactos, se la não estarão para expor as suas misérias e maleficios que virão, as centenas de  ribeirinhos, indigenas, vitimas antecipadas da construção da Barragem ou em    uma linguagem longe de ser ironica, mas, necessaria e justa, os integrantes do jazigo perpetuo coletivo de milhares de desvalidos ?

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