RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

sábado, 10 de maio de 2014

À ELA, A HONRA!



— Minha Mãe! —
 
Da tristeza que me assombra sempre,
que me leva a chorar sofrendo de dor,
meu peito doído guarda a imagem adorada
Do que foi mais forte e sublime amor

Nas noites de insônia que me abate o ânimo
muitas vezes tentando fazer oração,
Eu choro saudoso por quem me chamava.
“Meu filho querido faz logo a lição!” —

Meu peito aperta como ela me apertava,
nas horas que a decisão era a sua palavra
tinha  sempre carinho de sobra pra todos
sorria com felicidade e isso nos animava

De noite, na madrugada que a gente dormia
orava para os filhos, marido e os seus,
andava circulando a casa em completa oração,
Qual anjo da guarda, mandado por Deus.

Felizes somos nós que tivemos uma mãe
que dia e noite sempre nos socorria
sabemos que do lugar Santo que agora está,
é uma estrela linda que luz irradia!

E agora na escuridão da orfandade,
vivo sempre estendendo minha mão,
entre tristeza e lagrimas rogo a necessária bênção  
à mãe amada do meu  coração!” 

 Para minha Santa Mãe Maria José (30/04/07 às 23h28’)

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