RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Nós, Os Vascaínos

Andre Paxiuba

Nós somos aqueles que não padecemos da necessidade de entrincheirar-nos por detrás dos crápulas e pusilânimes que infestam a mídia.

Nós somos aqueles que afirmamos o nosso Amor ao Vasco da Gama, com orgulho e destemor, mesmo sabendo que a galhofa, o escárnio, o deboche nos circundam, e que a agressão física (covarde) nos espreita.

Nós somos aqueles que amamos um clube pelo que ele representa em sua História – inigualavelmente, indiscutivelmente – plena de atos éticos e gloriosos, tanto esportivos, quanto patrióticos e sociais; aquele clube que foi capaz de arriscar, num só lance, tudo o que construíra, para manter íntegros seus valores morais anti-racistas e pela igualdade de direitos dos economicamente mal aquinhoados.

Nós somos aqueles que amamos o Vasco da Gama, como se aspirássemos à luz, almejando incorporá-la ao nosso estado de felicidade; como se criássemos asas ao vivenciarmos ideais de vitória; e não como desesperados, que, qual lombrigas, se enroscam umas nas outras, entre lamúrias e vilipêndios, no inconfundível vermelho e preto da geena.

Nós somos aqueles que nos orgulhamos dos milhares de troféus conquistados em 102 anos de esplendor; dos mais de mil e cem títulos obtidos no Ano 2.000, em 37 categorias esportivas, por 3.000 Atletas, desde os mirins, até os que ocupam o mais alto degrau de destaque mundial, os Exemplos Olímpicos do Brasil. Porém, mais do que tudo isso, nós nos orgulhamos por estarmos acima da mediocridade, da ignorância a que são condenados os que caíram na armadilha da lavagem cerebral, que infelicita grande parte deste Povo Brasileiro.

Nós somos aqueles que compreendemos ser a paixão por uma agremiação (mesmo da grandeza de um Vasco da Gama) apenas uma parte de nossas vidas, e que essa paixão só está ganhando foros de exaltação exacerbada, como uma reação a essa campanha de viés fascista que traz o plúmbeo ao alvorecer do Terceiro Milênio, campanha à qual a Dignidade Humana não suporta se submeter.
Nós, Os Vascaínos

Por Diniz Felix dos Santos (18 de janeiro de 2001)

Nós somos aqueles que não padecemos da necessidade de entrincheirar-nos por detrás dos crápulas e pusilânimes que infestam a mídia.

Nós somos aqueles que afirmamos o nosso Amor ao Vasco da Gama, com orgulho e destemor, mesmo sabendo que a galhofa, o escárnio, o deboche nos circundam, e que a agressão física (covarde) nos espreita.

Nós somos aqueles que amamos um clube pelo que ele representa em sua História – inigualavelmente, indiscutivelmente – plena de atos éticos e gloriosos, tanto esportivos, quanto patrióticos e sociais; aquele clube que foi capaz de arriscar, num só lance, tudo o que construíra, para manter íntegros seus valores morais anti-racistas e pela igualdade de direitos dos economicamente mal aquinhoados.

Nós somos aqueles que amamos o Vasco da Gama, como se aspirássemos à luz, almejando incorporá-la ao nosso estado de felicidade; como se criássemos asas ao vivenciarmos ideais de vitória; e não como desesperados, que, qual lombrigas, se enroscam umas nas outras, entre lamúrias e vilipêndios, no inconfundível vermelho e preto da geena.

Nós somos aqueles que nos orgulhamos dos milhares de troféus conquistados em 102 anos de esplendor; dos mais de mil e cem títulos obtidos no Ano 2.000, em 37 categorias esportivas, por 3.000 Atletas, desde os mirins, até os que ocupam o mais alto degrau de destaque mundial, os Exemplos Olímpicos do Brasil. Porém, mais do que tudo isso, nós nos orgulhamos por estarmos acima da mediocridade, da ignorância a que são condenados os que caíram na armadilha da lavagem cerebral, que infelicita grande parte deste Povo Brasileiro.

Nós somos aqueles que compreendemos ser a paixão por uma agremiação (mesmo da grandeza de um Vasco da Gama) apenas uma parte de nossas vidas, e que essa paixão só está ganhando foros de exaltação exacerbada, como uma reação a essa campanha de viés fascista que traz o plúmbeo ao alvorecer do Terceiro Milênio, campanha à qual a Dignidade Humana não suporta se submeter.

Por Diniz Felix dos Santos
 

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