RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

REFLEXÃO DE HÉLVIO ARRUDA SOBRE A CRIAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS

PARA UM DESENVOLVIMENTO IGUALITÁRIO DA AMAZÔNIA PARAENSE
Por Hélvio Arruda(*)
A emancipação dos Estados do Tapajós e Carajás não é um mero capricho dos santarenos e marabaenses, vai muito além disso, na realidade busca-se uma distribuição menos desigual dos recursos financeiros empregados no Estado do Pará, considerando a falta de provimento dos seguidos governos de nosso Estado, preterindo estas regiões em detrimento de outras.

Com relação ao futuro Estado do Tapajós, cuja população se aproxima de 1.700.000 pessoas, as distâncias dentre as cidades e lugarejos do oeste do Estado do Pará é considerado o principal motivo da inércia das administrações públicas nos últimos cem anos. A distância entre a Capital do Estado, e a cidade pólo desta região oeste, Santarém, é de aproximadamente 800 km em linha reta, com acesso apenas via aérea ou fluvial, considerando que as rodovias Santarém X Cuiabá e Transamazônica, as quais foram “inauguradas” há 40 anos, nos seus respectivos trechos no Estado do Pará ainda não há asfalto, inclusive as pontes existentes, em sua maioria, são de madeira, inviabilizando qualquer previsão de “chegada” em uma viagem via terrestre. Vale ressaltar que a mesma rodovia (Santarém X Cuiabá), no trecho do Estado do Mato Grosso, está duplicada, com asfalto de primeira qualidade.
O custo do transporte aéreo inviabiliza o deslocamento da população menos favorecida. Quanto ao transporte fluvial, o custo é menor, porém o tempo de viagem (mais de 2 dias), compromete o deslocamento.
A ausência do Estado também é sentida com a falta de água potável nas residências da maior cidade da região, Santarém. Apesar do subsolo rico com o segundo maior aquífero do Brasil, quem não tiver seu próprio poço, fica à mercê da companhia de abastecimento estadual.

São regiões desguarnecidas, abandonadas, sem a presença do Poder Público, as quais merecem uma atenção especial.
Quanto ao custo da implantação dos novos Estados, que sejam enternecidos entre o que será produzido nas regiões desmembradas e pelo governo federal, o qual tem a obrigação de investir no desenvolvimento igualitário da Amazônia Paraense.
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(*) Professor, diretor das Faculdades Integradas do Tapajós (FIT) em Santarém.

4 comentários:

Anônimo disse...

ESTADO DO TAPAJÓS, EMANCIPAÇÃO JÁ.

Comentário: Lucio Siqueira


QUEREMOS A EMANCIPAÇÃO, QUEREMOS NOSSA LIBERDADE, PEÇO AO POVO DE BELÉM QUE NOS DEIXE SEGUIR NOSSO CAMINHO, SERÁ PARA O BEM DA REGIÃO, SERÁ BOM PARA O PARÁ REMANESCENTE, SERÁ O DESENVOLVIMENTO DE TODA A REGIÃO AMAZÔNICA.
O endiabrado e eloqüente, Zenaldo Coutinho está a todo vapor contra a liberdade do povo do Estado do Tapajós.
O inimigo número 1 da liberdade não medirá esforços para acabar com o sonho de liberdade e emancipação dessa região.

Além disso, outros 15 outros parlamentares, incluindo a senadora MARINOR também já declararam apoio à não divisão do Pará ”, explicou o deputado Celso Sabino.

É preciso derrubar esses ditadores contra a liberdade do povo que quer se emancipar

Anônimo disse...

DEPUTADOS DO AMAZONAS DEFENDEM A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS.

Pelo Tapajós – Deputado amazonense em Santarém
Sinésio Campos (PT) lidera movimento pelo Estado do Tapajós em Manaus

O deputado estadual e líder de Governo do Amazonas na Assembléia Legislativa, Sinésio Campos (PT), é hoje um dos grandes militantes no movimento Pró-Tapajós em Manaus. Nascido na região do Lago Grande (Santarém), o Deputado vai estar em Santarém na segunda-feira (22/08), que concederá uma entrevista coletiva à imprensa local, abordando temas referentes à mobilização que vem ocorrendo em Manaus.

Recente levantamento do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE/AM) indica que pelo menos 80 mil dos mais de 300 mil paraenses residentes em Manaus, ainda mantêm os títulos nas regiões de origem, o que representa um grande número de eleitores para o plebiscito de 11 de dezembro. O levantamento se baseia nas informações de pessoas que votaram em trânsito nas últimas eleições no Estado. O município de Manaus tem sido por décadas, o refúgio de milhares de cidadãos paraenses.

Por conta disso, a ansiedade de participar do processo eleitoral do plebiscito, a ser realizado no dia 11 de dezembro no Pará, é enorme. Já foi criado naquela cidade, no início do mês, um Comitê Pró-Estado do Tapajós (Compet), para ser um espaço democrático que está servindo de base para esclarecer dúvidas dos paraenses que residem no Amazonas.

Após diversas reuniões realizadas, foi constatado de que a Zona Leste de Manaus concentra o maior número de pessoas vindas do Oeste paraense e estrategicamente é nessa área que o Compet/AM está atuando, com a realização de palestras num local reservado para esse fim com capacidade para comportar 100 pessoas sentadas. Além disso, liderança do Compet fazem quase que diariamente panfletagem nas escolas e feiras da região. A previsão é que sejam criados pelo menos mais três comitês em outras zonas do Município.

Anônimo disse...

A GUERRA ESTÁ DECLARADA,
MAS O ESTADO DO TAPAJÓS ESTÁ VIVO,
A LUTA CONTINUA.

Belenenses protestam contra a divisão do Pará

Cerca de três mil pessoas foras às ruas, neste domingo (21), protestar contra a divisão do Pará. Esta é a primeira passeata realizada em Belém para defender a manutenção do Estado do Pará. A mobilização foi toda feita via rede sociais (blogs, twitter, facebook, orkut).
Com o tema 'Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens', (ESSE TEMA PROVA QUE OS ESTADOS DO TAPAJÓS E CARAJÁS SÃO VIÁVEIS).
a caminhada saiu da escadinha da Estação das Docas, seguiu pelas avenidas Presidente Vargas e Serzedelo Corrêa, e terminou na praça Batista Campos. Estiveram presentes estudantes, professores e políticos.
Para Augusto Pantoja, um dos organizadores do evento, a população precisa participar dos debates sobre a divisão. Ele acredita que a mobilização é essencial para que as pessoas decidam conscientemente sobre o que consideram melhor para o Pará. O mais impressionante é que mesmo sendo a primeira, foi muito bem ouvida pela população. O paraense está começando a acordar quanto ao tema da divisão.
'Um outro ponto positivo nesta passeata foi a presença em massa da juventude. Eles ajudaram na divulgação e mostram que são contra esta questão de dividir o Pará. E com isso, as próximas passeatas só deve aumentar, pois o paraense tem apenas que conhecer o que este processo vai trazer de benefícios e malefícios, e pesar o que é melhor', finaliza.
'Há uma semana cerca de sete mil pessoas reproduziram o convite feito através do Faceboock e devido a isso a mobilização foi enorme', conta o estudante Lucas Nogueira, que mantém um blog e ajudou a divulgar o evento.
'Temos que colocar a população nos meios de debate para que não fique fora deste assunto, que até então é o assunto do momento. O belenense pode se expressar durante a caminhada e mostrou revolta com relação a divisão do Estado'.

Quem apoiou a iniciativa foi o cantor paraense Nilson Chaves, que apesar de não ter participado da passeata, informou a reportagem do Portal ORM que não descarta a possibilidade de ir em uma próxima. 'Acho que a mobilização para essa questão é sempre muito pertinente e quanto mais pessoas para se manifestar melhor ainda. “Eu sou contra a divisão do Pará.”, o Pará é um estado rico, disse ele. Mais uma prova que que o Estado do Tapajós e Carajás são viáveis.

Outra cantora paraense que apoiou a iniciativa foi Juliana Sinimbú. 'Sou contra a divisão, Não vale a pena desmembrar um estado tão rico e virarmos vítimas de uma situação desfavorável.Também é mais uma que prova que o Estado do Tapajós e Carajás são viáveis.

Anônimo disse...

Belém decidirá o futuro do Estado do Tapajós.
Está faltando mobilização do “SIM” em Belém,



A criação do Estado do Tapajós vai ser decidida na capital Belém,
91% do belenenses são contra a emancipação do Estado do Tapajós,
Apenas 9% apoiam o desejo de liberdade do tapajoara criar seu próprio estado.

Portanto, a guerra será travada em Belém , onde os movimentos de emancipação e contra deverão intensificar seu trabalho, o de conscientização da importância do voto.
Quem tiver melhor desempenho em Belém, decidirá o plebiscito.
Belém tem mais que o dobro dos votos das duas regiões juntas, Tapajós e Carajás.
Vamos fazer campanha e divulgar o SIM, 77.