RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

domingo, 24 de julho de 2011

TAPAJÓS: REGISTRO DA LUTA

4 comentários:

Anônimo disse...

DENÚNCIA !!!!

ZENALDO ESTÁ USANDO A MÁQUINA ADMINISTRATIVA DO GOVERNO DO ESTADO PARAENSE PARA FAZER CAMPANHA CONTRA A EMANCIPAÇÃO DOS ESTADOS DO TAPAJÓS E CARAJÁS.

O BRAÇO DIREITO DO GOVERNADOR SIMÃO JATENE DEVERIA SER AFASTADO DO CARGO DA CASA CIVIL PARA FAZER CAMPANHA USANDO
A MÁQUINA DO GOVERNO. .

Anônimo disse...

O ESTADO DO TAPAJÓS VAI SE MANTER VIVO.


Comentário:
Ederson Costa Pereira diz:

A espera do resgate da ilha dos desesperos pode está chegando ao fim, é assim que vivemos a anos em uma ilha, sem o minimo de recursos para se manter vivo, no meio de feras que engole nossas esperanças e nossos sonhos, querendo ali construir uma jangada para fugir da ilha mais ao mesmo tempo se teme o mar e seus perigos, mais mão podemos temer a nada nesse momento oportuno, vamos nos atirar nesse mar perigoso e ter a certeza que vamos encontrar a salvação e a libertação, vamos correr esse risco ao ter que morrer esperando esse resgate que nunca chega, viva a duas mais novas estrelas dessa federação, TAPAJÓS E CARAJÁS, E QUE DEUS NOS ILUMINE NESSA CAMINHADA, POIS ABENÇOADOS JÁ SOMOS.

Anônimo disse...

O ESTADO DO TAPAJÓS JÁ EXISTE , EU QUERO A EMANCIPAÇÃO.
Comentário: Luiz Alcarde

Como pode uma cidade de 350 anos ainda ter o baixo desenvolvimento que tem? Falta de atenção dos governos estaduais.
A falta de respeito é tão gande que somos tratados como uma esposa cansada de apanhar e que pede separação: O governo vem aqui com “flores e presentes” fingindo nos valorizar para nos fazer voltar atrás em nossa decisão de emancipar o Estado do Tapajós.

Somos Mocorongos por nascer em nossa querida Santarém e não por sermos ignorantes. Não é um ato de generosidade que faz de um ávaro um generoso. O estado do Pará teve centenas de anos para nos valorizar. Nós nos valorizamos e somos mais do que “interior”. Já somos Tapajonenses em nossos corações. O Estado do Tapajós já existe. Só precisamos que isso seja oficialmente reconhecido.
Queremos o direito de nos desenvolvermos, de caminharmos com nossas próprias pernas.
E sinceramente, se a emancipação fosse para benefício de nossa elite, o que não é, prefiro beneficiar a elite daqui do que a de Belém. Pelo menos a daqui eu vou poder fiscalizar e cobrar. Aquela que fica a mais de 800 km é mais difícil.
Além do mais, a não emancipação beneficia a elite de lá. A assembléia legislativa do Pará tem poucos representantes do oeste do Pará. Com a emancipação teremos 100% de representantes da região: Garantia de legislação voltada exclusivamente aos nossos interesses. E ainda, duvido que tenhamos tanta gente assim em nossa elite que dê conta de todos os cargos públicos, quem vai governar este estado serão representantes do povo, com certeza. Quem defende esse pensamento de interesses elitizados por trás da emancipação, não sabe do que está falando. Seu discurso é medíocre e não deve ser levado em conta.
A emancipação será a solução para nossos problemas com certeza. Não a curto prazo, mas será. Talvez, solução até para o Pará. Quem sabe seremos uma opção de crescimento para os belenensens cansados da violência e desemprego da capital?

Anônimo disse...

Desde a criação do ICPET – Instituto Cidadão Pró-Estado do Tapajós, há cerca de u mês, várias comissões de trabalho foram criadas e foram sendo estruturadas aos poucos. A CCM – Coordenação de Comunicação e Marketing foi uma das primeiras a se estruturar, reunindo vários jornalistas e publicitários, voluntários, num total de quase 20 pessoas, sob o comando do jornalista Ednaldo Rodrigues (que já acompanha o movimento desde o início) e comigo na vice-presidência, uma vez que Ednaldo ainda acumula a função de Secretário Geral do ICPET.

A CCM se subdividiu em cinco núcleos de trabalho coordenados por especialistas de cada área para melhor definir as políticas de comunicação de acordo com as diferentes linguagens e meios de comunicação: Rádio (Ormano Sousa), TV (Emanuel Júlio), Impressos (Jota Ninos), Redes Sociais (Paulo Lima) e Marketing (Jonas Meneses).

Todos os nomes citados já participavam da CCM, entre outros colaboradores como Jorge Cohen, Paulo Tihammer, Augusto Sousa, Daniel Ribeiro, Ronei Oliveira, Luana Leão e Júnior Tapajós, etc. Mas era preciso que alguns desses colaboradores pudessem trabalhar de forma integral, para dar maior suporte aos trabalhos do dia-à-dia do ICPET, que tem uma programação de instalação de comitês em todos os 27 municípios do futuro Estado do Tapajós, o que demanda uma série de atividades e informações a serem repassadas para todos que atuam no instituto, bem como à imprensa e principalmente no nosso site o http://www.simtapajos.com.br, que passa por reformulação.

Ronilma Santos e Natashia Santana são as duas jornalistas que agora estão contratadas para atuar nessa missão, de forma que as informações fluam nos próximos dias. Outras contratações virão para tarefas específicas, de acordo com a arrecadação de recursos que sempre é um problema. Empresários e políticos já estão fazendo seus esforços para essa arrecadação, e uma proposta inclusive sugerida pela CCM é que a população seja chamada a contribuir inclusive com doações, POIS O SONHO DE CRIAÇÃO DO ESTADO DEVE SER ABRAÇADO POR TODOS e não se tornar o anseio apenas de uma minoria.

Se todos participarem, inclusive com doações, retiraremos o caráter paternalista ao qual estamos acostumados nesse tipo de campanha, ao mesmo tempo que, pedagogicamente, estaremos quebrando velhos paradigmas e construindo um Novo Estado Novo (contribuição do Edilberto Sena). Falo isso porque já vi colegas criticando essa iniciativa nas redes sociais, como se fosse um acinte a população colaborar financeiramente com a campanha! Temos a chance única de construir um estado de baixo pra cima. Os movimentos sociais organizados e a população, podem e devem contribuir com isso.

A CCM vai se empenhar para divulgar esta e outras campanhas de esclarecimento, pois muita gente está impaciente de ver a divulgação maciça nas ruas, mas é preciso que estejamos bem estruturados antes de começar uma verdadeira batalha de Davi contra Golias que travamos. Temos que ter bastante munição (no nosso caso, com flores, pois não queremos odiar aqueles que são contra nossa emancipação, já que continuaremos sempre unidos pelos laços amazônidas) quando essa “guerra” realmente começar.

Queremos SIM, para o Tapajós, SIM, para o Carajás e SIM para o Novo Pará, por uma Amazônia mais forte!