RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ICMBio - MANOBRAS, DISSIMULAÇÕES, EM AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE FLONA CREPORÍ

SFB E ICMbio FAZEM AUDIENCIA PÚBLICA DE MENTIRINHA
JACAREACANGA - Causou um estardalhaço, indignação e estranheza no seio da coletividade de Jacareacanga a informação que a gerente da Floresta Nacional Creporí e presidente do conselho consutivo, está comandando pessoalmente gestões em Brasília com os organismos que julga competentes para subtrair parte do território da Flona Crepori, que seria em sua totalidade de usufruto econômico do município de Jacareacanga. É corrente entre a população e em particular entre os  Conselheiros, que interessaria à Técnica Maitê Guedes, gerente da Flona Creporí o escoamento da produção extrativista notadamente a madeira para a BR-163; a situação torna-se nebulosa vez que em Audiência Pública foi discutida a situação, e Maitê, demonstrando dissimulação na reunião que antecedeu a Audiência Pública quando foi inquirida sobre a real pretensão do ICMBio sobre a margem direita do Rio das Tropas disse que não havia nada de concreto mas que pessoas ligadas ao indigenismo brasileiro estariam necessitados em criar uma zona de amortecimento  ou estudos entre o Rio das Tropas e a Flona.

INTENÇÕES NEBULOSAS / ICMBio EM DESCRÉDITO?

Com o procedimento escuso da funcionaria Maitê, torna-se necessário adotar transparencia em seu atos visando  restabelecer a verdade perante seus pares e conselheiros além do povo de Jacareacanga, revelando quais realmente são suas intenções que se mostram nebulosas e que ensejam um esclarecimento sob pena do ICMBio a qual serve cair em descrédito.

O escoamento da madeira para Jacareacanga, além de se constituir um direito territorial serve para criar empregos no município e que distribuirá renda e emprego, e a saída dessa matéria prima para a BR-163 esses vínculos de trabalhos iriam beneficiar o município de Itaituba deixando o município do alto Tapajós em estado de miséria, já que o único distribuidor de renda e empregos é a Prefeitura, considerando-se o declínio da produção aurífera na região.

DISCUSSÃO DE ALTO NIVEL? / FRANQUEZA?

Após a participação desastrosa de Maitê em Jacareacanga na reunião que antecedeu a audiência, com os conselheiros, crê-se que a mesma foi “convidada” a retirar-se das discussões futuras já que não reunia mais a confiança do povo do município sequer dos conselhieros, vez que sempre se mostrava dissimulada ao tratar qualquer assunto referente. Assumiu a responsabilidade em falar pelo ICMBio a Dra Rosaria Coordenadora Regional, portanto chefe imediata de Maitê. Na audiência revelando segurança em sua reportagem sobre o tema inserido na Ordem do Dia Rosária, solicitou discussões em alto nível e sobretudo franqueza. Questionada sobre o ponto nevrálgico da questão Rosaria disse que o ICMBio nada teria com relação em modificar o mapa  contendo a área reclamada que até desconhecia sua subtração do mapa original e que seria destinado às atividades de manejo florestal comunitário e via de escoação dos produtos madeireiros da Flona Creporí e jogou para cima do SFB (Serviço Florestal Brasileiro) qualquer trabalho de plotar e delimitar áreas no interior da Flona. Após acirradas discussões ficou acertado por deliberação dos conselheiros e assistência entre outros a reconsideração em se manter o mapa inicial que serviria os limites com o Rio das Tropas de Zona de extrativismo comunitário além de via de escoamento, ficando fora de discussão ou deliberação qualquer outra pretensão que não fosse de destinação ao manejo comunitario.

POVO INDIGENA DESCONHECE PRETENSÃO DA GENEROSIDADE COMANDADA POR MAITÊ

Antes do encerramento das discussões, Roberto Krixi um dos lideres Munduruku, e Martinho Borõ, presidente da Associação Indigena Pusuru, disseram estranhar essa discussão de se ampliar o território Indigena Munduruku vez que a totalidade da Terra Indigena, que fora ampliada de 900 mil hectares para 2.440 mil hectares seria  suficiente para a sobrevivencia de seu povo com sua cultura. Um ex-Administrador da Funai, reportou-se que também soava como estranha essa discussão, já que momentos que antecederam a demarcação e homologação ocorreram acurados levantamentos e estudos, cartorial, cultural e antropológico e toda a região delimitada e posteriormente demarcada contemplou toda o espaço onde havia presença física de índios ou perambulação intermitente. Reportou-se por fim que uma maneira mansa e pacifica foi colocar o Rio das Tropas como limite natural, já que todos teriam fácil conhecimento dos limites (leste) do território indígena.

Depois do imbróglio fomentado por razões obscuras e que indicam que a funcionaria Maitê Guedes possa estar por trás, os trabalhos da audiência publica foram encerrados, com ressalvas à proposta inicial do SFB e ICMBio.
INTERPELAÇÃO JUDICIAL PARA EXPLICAÇÃO

Informações dão conta que a Presidência da Funai, abstém-se de discutir assuntos de se ampliar a T.I. Munduruku já que para isso levam-se em conta principalmente aspectos antropológicos e não teriam como justificar nova ampliação, entretanto Maitê Guedes montou acampamento no interior da Funai em Brasilia visando sensibilizar a presidência e diretores da necessidade de reivindicarem um naco da Flona Creporí. A insistência, luta, desenvoltura, da Presidente do Conselho e gerente da Flona Maitê, é evidente que não se denota que esteja à serviço do ICMBio, nem de grupos indígenas e ninguém que se possa revelar no momento, e sim que estaria com atitudes nebulosas, escusas, à serviço de pessoas, ou grupamentos alheios aos interesses do povo da Amazônia, um povo sofrido, sem grandes oportunidades, que quando se vislumbra uma alternativa econômica pairam obstáculos, emperrando o progresso da região. Maitê Guedes deveria ser interpelada judicialmente para às claras revelar seu objetivo de pisar no povo de Jacareacanga que revolta-se antecedendo o prejuízo econômico que sofrerá em um futuro próximo.

COOPERCOMRIO – O QUE DIZER AOS AFILIADOS?

Fui procurado pela senhora Marilene Presidente da Cooperativa dos produtores extrativistas do Rio das Tropas, essa, revelou indignação ao mostrar séries de documentos e mapas em que o gerente da Flona Crepori que antecedeu Maitê na gerencia da Flona estaria em adiantado entendimento para destinar à Cooperativa (Coopercomrio) de Marlene o direito de exploração dos recursos naturais não madeireiros. Acrescentou a  presidente da cooperativa que estaria pasma com a irresponsabilidade demonstrada pelo ICMBio(Flona Creporí) e que de imediato trará transtornos aos filiados à Coopercomrio, já que filiou diversos coletores, extratores, prometendo a exploração da área que seria destinada que limita-se com o Rio das Tropas. Como sustentar  hoje sua promessa, ja que parece que lhe venderam sonhos?

ICMBio COM DUPLO COMANDO

Pelo andar da carruagem, a Coordenação do ICMBio que conta à frente  Rosária mostra uma faceta de ter duplo comando, enquanto a Coordenadora afirma categoricamente que não é sua pretensão delimitar áreas, e isenta o ICMBio desse artifício, Maitê faz gestões vigorosas em Brasilia para sustar atividades de exploração de produtos não madeireiros e proibir o escoamento madeireiro pelo Rio das Tropas reservando a área para atividades indígenas.

Maitê se constituiu como persona non grata em Jacareacanga por sua dissimulação e posição antagônica aos anseios do povo deste município. Deveria de publico justificar sua árdua luta em defender que o produto florestal deste município produza renda, emprego e divisas para Itaituba.

Perguntas não calam e estendo para Maitê responder: -Para quê uma Audiência Pública mobilizando pessoas, sentimentos, necessidades, se as cartas pareciam estar marcadas?  - A Audiencia Publica levada a efeito no dia 16 de setembro passado, não seria uma audiencia de mentirinha? Só para ingles ver?

CARTA  RECEBIDA PARA DIVULGAÇÃO / INDIGNAÇÃO E CLAMOR DE UM POVO

De: ALCIDES JOSE GRANDO GRANDO (alcidesjg@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 1 de outubro de 2010 0:37:43
Fomos surpreendidos com uma notícia que a nossa presidente do conselho consultivo aprontou mais uma vez para Jacareacanga. Nesse momento estamos reunidos os conselheiros, prefeitura, Câmara de Vereadores e com interligação a Brasilia para marcar audiência com a Ministra do Meio Ambiente. Não é possível e vocês poderão ver pela ata da audiência pública, do Serviço Florestal Brasileiro realizado em Jacareacanga no dia 16 de agosto de 2010, onde ficou acordado sobre a área da Flona Crepori. Ela continua com o pensamento de melar a concessão florestal da Flona. Primeiro juntou com alguns funcionários da FUNAI e foram fazer estudos em parte da flona que é de seus conhecimentos e que não é do conhecimento da FUNAI Brasilia, sobre estudos, e na ultima reunião foi bastante questionado. Agora na audiência pública, foi acertado que a área retornaria para concessão florestal e conseqüentemente Jacareacanga seria beneficiado. Por último com a informação que temos a mesma foi a Brasilia, e com os seus técnicos do ICMBio, querem inviabilizar a retirada da madeira pela vicinal que possuímos que é de Porto Rico São José. Alem do mais usou de falsidade ideológica se identificando com o dono da voadeira para efetuar os estudos, como funcionária da Brasil Central para tirar os pontos e que depois foi multada em R$ 150.000,00 por que limpou uma pista que tem 30 anos de uso. Nós conselheiros de Jacareacanga estamos indignados com as atitudes de criança de leva e traz, falsidade, vejam voces uma presidente de um conselho consultivo de tamanha importância!!!!!!! Meu Deus não estamos nem nós mais nos acreditando nesse momento. Tudo aquilo que foi aprovado através de atas das reuniões do conselho, foi ignorada por essas servidora pública que se acha no direito de que somente suas idéias prevaleçam. Nós acordamos que vamos pedir a destituição do Conselho se ela continuar, pois não queremos no futuro pagar por pena maior para com o ministério público federal. Consultei o Serviço Florestal Brasileiro me disseram quantos mais impedimentos mais vai atrasar. Lamentável.

Prefeitura, Câmara, Associações, Cooperativas e grupos dos movimentos sociais.
Jacareacanga, PA, 30 de setembro de 2010.

POR UM PUNHADO DE DÓLARES

Ja se vão alguns tempos em que atos de desonestidade eram atribuidos a alguns  funcionarios do IBAMA no exercicio de suas funções, que por um punhado de favorecimento vendiam além de  suas  consciencias o produto de suas idoneidades, crê-se que  o ICMBio que é oriundo desse organismo federal foi criado para dar nova aura de seriedade e honestidade no trabalho e politica ambiental brasileira, e é fato que conseguiu; portanto jamais poderia-se colocar em julgamento a idoneidade moral e honestidade da Conselheira Presidente da Flora Creporí. Fato é que, a pessoa não deve ser somente honesta, ela precisa demonstrar essa virtude em suas ações pessoais e principalmente de trabalho e se não se corrompe como crê-se piamente, Maitê peca e peca muito por falta de transparencia no trabalho em que recebeu o encargo de presidir um conselho que seus pares, os conselheiros não nutrem confiança em seu trabalho.

HÁ ALGO DE PODRE NO REINO DA DINAMARCA!

O verdadeiro Chico Mendes não seria tão sacana, tão dissimulado, tão cruel com o povo que necessita da Floresta Creporí para sobreviver.

O ICMBio, deve se dar a honra de substituir em carater urgentissimo a contestada Maitê Guedes de assuntos atinentes à Flona Creporí, sob pena de ficar com a imagem comprometida mais da que ja apresenta.
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Imagens meramente ilustrativas

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