RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 15 de abril de 2010

CANCELADO O LEILÃO DE BELO MONTE: VIBRAM OS NOSSOS INIMIGOS


BELO MONTE:  grito de revolta, um clamor à luta pelos interesses da Amazônia. Jornalista Piteira


A Justiça cancelou o leilão de Belo Monte. Vibram e festejam o roqueiro Sting, o cineasta James Cameron, a atriz Signour Weaver e um bando de ecoloucos, nacionais e estrangeiros, inimigos do desenvolvimento da Amazônia, que vivem no bem-bom a eles ofertados pelo desenvolvimento dos Estados Unidos, Canadá e Europa. Eles não se importam se aqui vivem milhões de pessoas na era do lampião, do candeeiro, da lamparina, pessoas que não sabem o que é geladeira, ventilador, liquidificador, simplesmente porque não têm acesso a energia elétrica.

Não querem saber se aqui na Amazônia há 260 termelétricas que jogam no ar poluição correspondente àquela produzida por toda a frota da cidade de São Paulo, a maior da América do Sul. O maior "pulmão do mundo" está sufocado pela dióxido de carbono produzido por essas termelétricas. Mas eles não se importam com isso. O desenvolvimento sustentável da Amazônia é o que eles não querem: quanto mais energia aqui produzirmos, maior será a nossa chance de aqui verticalizar nossa produção primária de minerais, de madeira, pescado, frutas, bovinos. Hoje, esses produtos saem daqui in nautra ou como matéria prima para gerar emprego lá nos países deles, agregando valor a esses produtos, coisas que poderíamos fazer aqui, SE TIVÉSSEMOS ENERGIA ELÉTRICA ABUNDANTE E BARATA COMO INSUMO.

O Pará e a Amazônia precisam da energia de Belo Monte, pois ela é fundamental para o nosso desenvolvimento. MAS ELES NÃO QUEREM ISSO!

Para entender o papel das ONG's estrangeiras nesse jogo, sugiro a leitura do livro "Uma demão de verde", da jornalista canadense Elaine Dewar. Leiam-no, meus amigos e leitores deste blog, e vocês entenderão como elas estão associadas a grandes grupos econômicos estrangeiros, como são financiadas por gigantescas empresas e governos estrangeiros para impedir a excução de projetos nacionais que desagradam aos interesses desses grandes grupos. De ambientalistas não têm nada. De preocupados com a sustentabilidade do mundo não têm nada. Leiam-no e entenderão os grandes interesses que estão por trás da campanha nacional e internacional contra Belo Monte. Vão, inclusive, entender como líderes indígenas do Xingu, Payakan à frente, foram manipulados por "ambientalistas" estrangeiros, como Darrell Posey e Tara Cullins, para fazer o jogo contra Belo Monte, ainda nos anos 80, e que até um avião deram a Payakan para recrutá-lo aos interesses contrários à Amazônia.

Este é um desabafo, um grito de revolta, um clamor à luta pelos interesses da Amazônia.

Que o dia de hoje seja de reflexão sobre esse fato do cancelamento do leilão de Belo Monte, suas causas e consequências.

É hora de reação! Os favoráveis ao AHE Belo Monte devem reagir, não podem ficar parados, de braços cruzados, enquanto aqui se executam decisões e planos montados fora do Brasil, contra os nossos interesses, contra o nosso desenvolvimento.

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