RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PATIFARIA

Segundo o AURÉLIO, a definição para PATIFE é:
-Individuo desavergonhado, descarado, insolente, tratante, velhaco, maroto. Partindo dessa definição veja se essa ação contextualizada neste post se faz ou não presente.

CORONELISMO/AMIGOS DO REI
Jacareacanga por doze anos consecutivos viveu sob o signo do coronelismo desenvolvido pela presença política de Eduardo Azevedo, que desde quando se elegeu prefeito pela primeira vez, arvora-se em imaginar que é o referencial do desenvolvimento político-partidário no município, e que as acomodações ou evoluções políticas devam passar sempre por sua exclusiva anuência. Partindo dessa imaginação, para se garantir sempre no poder depois de cumprir seus dois mandados como prefeito, escolheu por sua conta, responsabilidade e risco, e que risco! um substituto; sempre defendendo a aura da “democracia” em suas ações, afirmando que fora o grupo que escolhera; já que a simpatia que nutria por Carlos Veiga, não tinha limites, que já ajudara até então, à todo custo, contra tudo e contra todos por duas ocasiões se eleger vereador. A escolha de Carlinho até então contrariando todas as expectativas do grupo, foi necessário, empenho incansável de Eduardo em convencer os sublevados à idéia, de aceitarem a indicação, em contra partida com notória habilidade para envolver pessoas, prometeu aos seus aliados apontar-lhes o caminho das pedras preciosas. Dizia sempre que o mais importante não era ser o Rei e sim o amigo do Rei, e tratava sempre esses joguetes como bôbos da côrte.

RUPTURA/NOVO GRUPO/CRIATURA vs. CRIADOR
Com a sucessão continua dos dias, após sua eleição, Carlos Veiga, não permitiu continuar sendo marionete do Garimpeiro e Político Eduardo Azevedo e o rompimento fora inevitável. A partir de então Carlos Veiga no exercício de seu mandato, começou angariar simpatizantes e apoios daqueles que viam que era imperioso e necessário expurgar do município de Jacareacanga, o Coronelismo de Eduardo Azevedo, e formou-se definitivamente um novo grupo político, e esse, com o beneplácito e incentivo de Carlos Veiga estimulava sempre se achincalhar com o desafeto, antigo aliado, e ainda alimentava o confronto em futura eleição. Estava criado a partir de então um novo vértice do mandonismo no município. Chegou o momento das forças antagônicas da moral e da ética se defrontarem, e respondendo aos ataques de familiares e amigos de Eduardo, as forças de Carlos Veiga foram além, e impugnaram legalmente a candidatura Eduardo. Era comum Carlos Veiga reunir seu grupo e declarar que preferia perder a eleição para o PT que para seu desafeto, e recomendava que todos os meios deveriam ser empregados para acabar moralmente com o Coronel do municipio; precisava esse individuo ser riscado do mapa, e quando manifestava-se contra esse político mostrava de forma exibicionista todo o ódio, rancor e animosidade contra o ex-aliado; era a criatura voltando-se contra o criador; da mesma forma, a família de Carlos Veiga mostrava-se hostil já que eram eviscerado por familiares e sequazes de Eduardo, que não colocavam limites na ação de tentar desmoralizar, com adversários e que hoje com soluços, ilusão e vontade de Eduardo ascender ao poder, começaram a injetar venenos contra adversários que tratam como inimigos, e que muitas dessas ameaças, intimidações além de calúnias voltaram a transitar através da internet e comunicação telefônica, e felizmentenão não é difíci judicialmente a quebra de sigilos nessas comunicações visando identificar os autores, para que sejam questionados e responsabilizados na forma da lei.

EU SEIO/IRRECONCILIÁVEIS
Por ambição ao poder, e na verdade, em não querer ser prefeito manipulado, e teleguiado Carlos Veiga rompeu com Eduardo de forma definitiva, e mostrava-se aos seus correligionários como um exemplo de como poderiam romper com a figura mítica do Coronel, e estimulava os “seus” a também proclamarem suas independências. "O ome ta morto! Num tem dinhêro, se acabou-se, eu seio que to dizendo!” dizia, conspirando contra o “Orélho

Tanto aconteceu, tanta guerra, que em determinado momento da campanha Carlos Veiga antevendo a coisa ficar complicada para si, mesmo com a candidatura impugnada de Eduardo chamou alguns de seus aliados mais proximos e disse que preferia perder a eleição para o PT que ver Eduardo Azevedo prefeito novamente, e disse que de adversário político ou ex-aliado confessava que essa figura para sempre seria seu inimigo irreconciliável.

INCONFORMISMO/DÍVIDA/APOIO DE AGIOTAS
Quando ocorreu a apuração do processo eleitoral que mostrou a vitória do candidato do PT, a alegria de Eduardo, que legalmente estava fora do páreo e sempre soube que estava fora, já que é bem informado, foi contagiante entre seus pares, já que o Carlixo como chamavam Carlinho (Carlos Veiga) tinha sido derrotado; foram vistos os familiares e agregados de Eduardo em desfile do PT comemorativo à vitória alcançada. Carlos Veiga não conformado em perder a eleição menos por vaidade, que a enorme divida que tinha que pagar de campanha e dessas dividas além dos salários dos servidores municipais, e prestadores de serviços, agiotas de Itaituba, tratou de constituir advogados de ponta e conseqüentemente caros, para contestarem a vitória do PT, coisa que exaustivamente fez para tentar permanecer no poder.

Os irreconciliáveis Eduardo e Carlos Veiga, cada qual seguiu seu caminho sem saber que a patifaria, faria com que esses caminhos se cruzassem novamente com brevidade.

Eduardo a partir de então voltou às suas atividades como Garimpeiro e vez em quando faz incursões à capital do Estado para sempre estar no rol dos políticos que parasitam entre os aliados de Jader Barbalho (isso mesmo! Jader barbalho). Carlos Veiga entre Belém e São Luiz escondia-se da avalanche onda de cobranças de servidores e prestadores de serviços alem de agiotas que financiaram a sua campanha, conforme confessa a divida com agiotas seu tesoureiro Francivaldo Matos, que também abrigou-se por uns dias em lugar incerto e não sabido temendo retaliação que são alvos os mal pagadores.

PATIFARIA/ SIM SENHOR!!!
Entra nesse contexto o significado e os efeitos do vocábulo patifaria, senão vejamos:
Eduardo sempre se sentiu incomodado em não estar no poder, e sempre procurou transitar ao lado de pessoas que tivessem certa importância política; não tanto assim diriam muitos, pois tem como conselheiro-mor o Velho Cansado de Guerra Peninha, que com sua lábia de raposa astuta, conseguiu para a revolta até dos próprios familiares de Veiga, coloca-lo frente a frente com Eduardo num bar desses de quinta de beira de estrada. Conclusão da historia; o fraco, sem futuro, fona como diriam Jubal, e o Blogueiro Ânderson Pantoja; sem personalidade definida, quedou-se sob o chororô de Eduardo e se esquecendo que foi humilhado, pegando dedada sempre, esculhambação, da turma do "homem do PMDB local" , se vê agora lambendo as botas e os pratos desse politico. Com isso Eduardo DETERMINOU ao antigo e agora atual serviçal Carlos Veiga, a convencer seus aliados à aderirem politicamente e incondicionalmente à sua autoridade política, e para tanto o servil escravo e lambaio, fez ligações para alguns aliados para estreitarem novamente aliança e darem apoio total a essa figura do PMDB pois no dia que ele voltar à prefeitura irá aproveita-los em cargos de confiança(?) e pagar os salários atrasados que não pôde pagar. Pode?!. Eduardo sabendo da personalidade indefinida e frágil de Veiga insiste em seu jogo maroto, segundo comentarios na cidade, e fala aos seus aliados à boca pequena, que nunca pedira apoio dos aliados e nem de Veiga, e sim são eles que estão rastejando e o procurando e entre esses cita nominalmente, Lorimer, Dedé, Benezão, Elias, entre outros, e que Carlos Veiga foi que teve a iniciativa de procura-lo e implorar pela reconciliação.

LAMBENDO OS PRATOS E BOTAS

Existe uma palavra que não seja PATIFARIA para essa falta de responsabilidade? Para essa falta de maturidade política? Para essa falta de respeito com o povo? Uma pergunta fica no ar e para que esse inconsequente possa responder: -E as pessoas que foram orientadas por ele, a chamar Eduardo de ladrão, como ficarão a partir de agora entre lambidas no prato e nas botas do garimpeiro e político?


Eduardo como sempre faz, joga com as pessoas; está fazendo sucessivas reuniões tentando juntar os cacos ou côcos, vindos das hostes de Carlos Veiga, para fazer face ao novo sistema político atual, nas eleições de 2.010; ainda sonha com o poder e se não lograr êxito em sair candidato a Deputado Estadual, almeja dividendos para ganhar suporte e tentar voltar em 2.012 a Prefeitura de Jacareacanga. Como diz Zezinho da Rádio, uma das muitas vitimas de Eduardo, - O “homem está vendo miragem, ele está pensando que o escasso garimpo do palmares é um oásis e que nesse oásis tem a PMJ

Carlixo, esse era o cognome, que a turma do capo definia Carlos Veiga; na guerra política, agora na certa irão abreviar esse surrado moralmente nome. No Brasil se abrevia tudo. Já para Antonio chamam Tonho, Para José chamam , para Eduardo, chamam Edu e como chamavam Carlos Veiga de Carlixo, com certeza abreviado, a denominação para o grupo será de LIXO

LÍDER/LIXO/PATIFE

Um líder não retrocede
Um líder não faz molecagem com seus aliados
Um líder não entrega na bandeja, cabeças de aliados, para inimigos
Carlos Veiga é um bom exemplo de como deve agir um Falso Líder. Com a decisão da aliança que Veiga faz com Eduardo, contrariando o senso moral e ético com o único fito de tentar desestabilizar a estrutura e os trabalhos do Gestor Municipal atual, expõe ao ridículo, pessoas de bem, homens sérios, exemplares pais de famílias, que foram estimulados a fazerem guerra contra Eduardo Azevedo e agora quer que convivam na mesma pocilga, só resta definir o que esse cidadão é: PATIFE que quer dizer: Desavergonhado, Descarado, Insolente, Tratante, Velhaco, Maroto.

Recolha-se a sua insignificância Carlos Veiga, tente convencer sua família a aplaudir Eduardo Azevedo, para que você perca de vez uma reserva de moralidade que você ainda tem que é essa família que foi massacrada por seu senhorio e agora verdugo novamente de sua vida. Sua carta de alforria, você rasgou.

O povo meu caro, tem o direito de se indignar!

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