RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 9 de abril de 2009

FEBRE AFTOSA RONDA REBANHO DO PARÁ

Belém 08 de Abril de 2009
Adepará tem dificuldade para fiscalizar
As dificuldades que a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) vem enfrentando para fiscalizar o trânsito do gado em território paraense podem causar sérios problemas para a economia do Estado e levar ao reaparecimento da febre aftosa nas principais regiões produtoras.

Segundo dados da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (Faepa) a doença, que precisa da união entre produtores e Estado para ser combatida, pode causar um prejuízo anual de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o que representa a perda de 30% de tudo aquilo que é exportado, ou seja, quase um milhão de cabeças.

A meta de livrar o Pará da doença até o final de 2010 foi estipulada no ano passado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará).

No Pará, atualmente, apenas a denominada Zona I, compreendida por 44 municípios das regiões sul e sudeste, é livre de febre aftosa. A Zona I representa 75% do rebanho paraense, com cerca de 12 milhões de cabeças. Para Carlos Xavier, presidente da Faepa, os problemas administrativos da Adepará não podem se refletir no campo, principalmente para não afetar o rebanho que compõe a zona livre.

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