RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

EXPEDIÇÃO GUERREIRA OU FARSA?

Índios desconhecidos atacam índio Munduruku
Aproximadamente 60 índios sob o comando de seu cacique e de etnia desconhecida, atacam na ultima quinta-feira (19) um índio caçador Munduruku, que estavam caçando entre o Rio Mutum e o rio Kabitutu, próxima a aldeia Katô. Segundo relato do indígena, ele estava caçando e foi surpreendido pelos índios desconhecidos que estavam pintados para guerra. O índio Munduruku falou ainda, que ficou em poder dos índios desconhecidos por mais de 7 horas, e que só foi solto depois de implorar para não ser morto.As lideranças Indígenas Munduruku, estão pedindo providencias urgentes a FUNAI e a Policia Federal para que sejam identificados, os agressores.

Transcrito na íntegra do Portal Buré

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Comentário RP
A informação além de inquietante mostra uma faceta que na verdade é desconhecida. É fato que ocorreram e isso era corriqueiro expedições guerreiras tanto feitas por Munduruku quanto por indios kaiapó em tempos remotos, nas quais indios Munduruku denominados de caçadores de cabeça, nessas expedições enfrentavam os Kaiapó e na maoiria das vezes saiam vitoriosos e traziam como troféus a cabeça do inimigo abatido para ser mumificada. Por essa história até hoje não se pode colocar em uma rodada de caxiri indigenas das duas etnias, porém essas expedições realizadas em tempos imemoriais, não se tem registros em muitas décadas, principalmente pelos indigenas hoje preferirem fazer roças em supermercados, e suas incursões nos vastos territorios indigenas serem quase sempre de voadeiras, para a devida vigilancia e fiscalização de suas terras que normalmente fazem por orientação da Funai. É sabido tambem que não há registros na área do mencionado encontro da presença de indios arredios ou sem contato, o que esvazia-se uma vez mais a veracidade da informação. Onde sabe-se da presença de índios sem contato e apenas um pequeno grupo, é nas imediações do Rio juruena, e nesse local uma frente de contato denominada Madeirinha suspendeu seus trabalhos haja vista o diminuto grupo e ainda que os mesmos estavam protegidos por algum tempo do contato com o branco.

Não contesto a informação surpreedente do repórter fotográfico e blogueiro Ânderson Pantoja, e sim a informação que recebeu parece ficticia.

O local sinalizado foi sempre desenvolvido por atividades garimpeiras, quem sabe apoveitando a quadra momesca, garimpeiros não estejam se caracterizando de indios para burlar a proteção e entrarem para garimpar em Terra Indigena? - É carnaval!

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