RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

NUAYED? ATÉ QUANDO MEU DEUS?!

Ministério Público quer exclusão de promotora do quadro funcional

O Liberal - Edição de 30/10/2008
A Corregedoria Geral do Ministério Público ainda não se pronunciou oficialmente sobre a medida que adotará em relação à agressão praticada pela promotora de justiça de Rurópolis, Elaine de Sousa Nuayed, contra o fotógrafo Fábio Paiva. Ele registrou o momento em que a representante do MP saía da residência do candidato a vice-prefeito, Milton Zanetti, derrotado na eleição de 5 de outubro.

O incidente, ocorrido no dia 23 de setembro, foi testemunhado por várias pessoas. Depois que percebeu que estava sendo fotografada, a promotora partiu para cima do fotógrafo, arrastando-o pela camisa até a delegacia local. A cena também foi registrada, em filmadoras, por moradores da área onde ocorreram os fatos. Enquanto tentava destruir a máquina fotográfica, a promotora proferiu palavrões e xingamentos, dizendo que Paiva era 'um bandido' e 'sou eu quem manda nesta cidade'. Indignado com a agressão de que foi vítima, Paiva pretende denunciar a promotora ao Conselho Nacional do Ministério Público, que já recebeu inúmeros relatos de arbitrariedades praticadas por Nuayed.

Além desse episódio de Rurópolis, a promotora responde a várias representações na Corregedoria do MP pela prática de abuso de poder, agressão, peculato e extorsão. Em Itaituba e Santarém, ela foi acusada de agredir jornalistas. Em Jacareacanga, é acusada de tentar extorquir o prefeito da cidade.

Em Tucuruí, o promotor de justiça Mauro Mendes teve que deixar a cidade sob escolta policial, depois de ser agredido fisicamente por Nuayed. Em Belém, ela chegou a ser detida na Seccional do Comércio depois de invadir um escritório de advocacia. Um dossiê de mais de 500 páginas, com acusações das práticas de vários ilícitos, foi entregue há cinco anos aos procuradores do Ministério Público, com pedido de providências.

DENÚNCIA
No ano passado, o pleno do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) acatou, à unanimidade, denúncia oferecida pelo Ministério Público, com pedido de perda de função, e instaurou ação penal contra Elaine Nuayed pela prática de peculato, corrupção passiva e violação do dever funcional. Na denúncia, Nuayed é acusada de tentar extorquir R$ 10 mil do ex-deputado estadual José Lima, em troca de isentá-lo em um processo.

Na mesma denúncia, o MP ressalta que Elaine se apropriou indevidamente de R$ 4 mil, pertencentes à Promotoria de Novo Repartimento, para custear uma dívida pessoal contraída em uma instituição bancária. Em sua defesa, a promotora argüiu a 'nulidade da denúncia', alegando que o ajuizamento da ação de perda de cargo depende da anuência da maioria absoluta dos membros do colégio de procuradores. Á época, o relator da ação, desembargador João Maroja, indeferiu as preliminares, ressaltando que, quando a promotora foi interrogada em processo administrativo disciplinar, confessou a prática dos delitos, 'afirmando que os R$ 4 mi foram usados para quitar uma dívida pessoal'.

No ano passado, Elayne Nuayed tentou concorrer para ocupar o cargo em promotorias de outros municípios. No entanto, o Conselho Superior do MP indeferiu a inscrição em razão de Nuayed está respondendo a ação penal em tramitação no TJE. Entidades de classe de vários municípios estão se mostrando preocupadas com uma provável prescrição dos crimes, uma vez que a ação penal que pede a perda da função da servidora está parada no TJE há mais de dois anos.
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Grifos e esses comentários são do RP:

Mais estripulias dessa autoridade que é misto de Promotora, juiza, Policia, e Executor/verdugo -Ninguém acaba com isso. Valha-nos quem?
As estripulias dessa "servidora do estado" dessa "Promotora de Justiça" além de cômicas são trágicas. Aqui em Itaituba além de outros problemas que causou resolveu penalizar um jornalista, que ousou a divulgar verdades sobre sua atuação, e comandando policiais andava feito louca nas vias públicas da cidade, sem mandado judicial, para prender na marra o profissional de imprensa que foi obrigado a se esconder para não ser agredido moral e fisicamente pela audaciosa promotora. A passagem dessa autoridade por Itaituba foi traumática demais para receber desse povo ordeiro e pacifico qualquer que seja a moção de solidariedade. O que se pergunta sobre a atuação dessa autoridade é, levando-se em consideração os crimes que fez, o que aguarda-se para ela como penalidade, um troféu, uma medalha?

VIVA A IMPUNIDADE!
VIVA A ANARQUIA!
VIVAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

2 comentários:

Anônimo disse...

É lamentável que o Ministério público ainda tenha em seu quadro funcional uma pessoa desse tipo, corrupta e arbitrária. É inadmissível como algumas pessoas ainda deem trela para a essa senhora. Em Rurópolis ela cometeu várias arbitrariedades, dois exemplos foi quando deu voz de prisão ao médico Dr. Athur enquanto este estava de plantão, à noite e acompanhando um paciente em coma, em virtude do mesmo não ter autorizado a viagem de uma criança sem o devido suporte de vida. A promotora mandou a polícia militar algemar e prender o médico arbitrariamente. Outra situação foi quando proferiu várias palavras de baixo calão, além de humilhar uma munícipe daquele Município. Além disso, todos sabem que ela é totalmente partidária e estava apoiando o candidato Pablo. Claro que poderia ser diferente, pois todos na cidade sabem que quando Zé Paulo, pai de Pablo era prefeito, fazia até compras para a casa da promotora, além de arcar com todas as suas despesas pessoais. É realmente inadimissível que o Ministério Público feche os olhos para esses fatos.

Relamente é lamentável.
Podemos dizerque aí está vitória de impunidade!!!!!!

Amigos do Amaral disse...

Parace brincadeira essa figura ser uma "PROMOTORA DE JUSTIÇA" sí no Pará que o PT diz que é uma Terra de Direitos, que uma pessoa dessa pinta e borda, extorque e nada lhe acontece. O que ela fez com o Amaral, deveria ser penalizada e estar recolhida em uma penitenciaria, por ameaças e constrangimentos morais e até fisicos. A Impunidade é a arma dessa figura abjeta e má