RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

MAIS UM SUJO SE DÁ MAL

Juíza veta mais um candidato a prefeito
Edição de 04/08/2008


Paragominas fica com apenas um candidato à prefeitura municipal

A juíza Andréa Ferreira Bispo, da 42ª Zona Eleitoral, de Paragominas, indeferiu o pedido de registro da candidatura de Evandro Moreira, da coligação 'Paragominas com a Força do Povo' (PCdoB/PTC/PSL/PR/PT), para concorrer ao cargo de prefeito nas eleições do próximo dia cinco de outubro. Naquele município do nordeste paraense, com a saída de Evandro da disputa, restou apenas a candidatura do atual prefeito de Paragominas, Adnan Demachki, que tenta sua reeleição. Mas a assessoria de Evandro informou que o candidato já está recorrendo da decisão da magistrada, no Tribunal Regional Eleitoral.

A magistrada acompanhou manifestação do Ministério Público, através do promotor Daniel Henrique Queiroz de Azevedo, que havia indeferido o pedido, feito pelo candidato, 'e junto com ele a documentação que julgou corresponder às exigências legais'. Através de informação prestada pelo cartório eleitoral da 42ª Zona, verificou que o candidato Evandro Moreira havia apresentado sua certidão de antecedentes criminais da Justiça Estadual, 'após o prazo concedido pelo juízo eleitoral'.

No último dia 28 do mês passado, a chefe de cartório da 42ª Zona Eleitoral, Kellen Cristina Chaar Lima Maués, certificou, em observância ao artigo 37, parágrafo 2º, I e II da Resolução 22.717, que o processo principal da coligação de Evandro Moreira, havia sido deferido pela juíza eleitoral. Mas faltava a certidão de antecedentes que, mesmo tendo sido alertado conforme prazos estabelecidos pela lei eleitoral, Evandro não apresentou no cartório.

O promotor afirma que 'não é demais lembrar que a certidão de antecedentes criminais do ora candidato, deveria ter sido apresentada juntamente com o formulário ´Requerimento de Registro de Candidatura´(RCC), conforme dispõe o artigo 29 da Resolução nº 22.717, do Tribunal Superior Eleitoral, o que não foi feito, mesmo após terminado o prazo do artigo 33 da referida Resolução, concedido pela Justiça Eleitoral para que fosse sanada a irregularidade'.

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